quinta-feira, 8 de julho de 2021

O poder dos livros






        Uma das invenções mais incríveis do homem é o livro. Este, quando aberto, lido e apreciado, abre um mundo de possibilidades para o leitor.  Desse objeto, essencial para a construção intelectual do homem, abstrai-se conhecimento, informação, entretenimento, magia e imaginação. Segundo Bill Gates: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história”.

       Quem é que não se lembra de um livro marcante? Todos têm uma obra favorita, cuja história marcou a vida, seja pela saga de um protagonista, seja pela inteligência do escritor ao enredar uma história instigante, seja pela verossimilhança com os mais diversos conflitos vividos pela humanidade.

        O livro literário canta e encanta; ensina, entretém e emociona; confronta com as emoções de quem o lê, compartilha experiências, convida para um mundo imaginário, versátil e fantasioso. O livro tem um poder sedutor e é tão potente que é capaz de moldar vidas, de estimular a criatividade, de ampliar o conhecimento de mundo e muito mais.

        Ainda bem que os escritores não desistem de seus leitores, mesmo tendo que ouvir, diariamente, que o povo não lê, que não há estímulo para a leitura, que a tecnologia tomou conta e que não há tempo nem espaço para a leitura no mundo contemporâneo. 

       Ledo engano! Cada vez mais o ser humano está sedento de novas leituras, de livros inéditos e de clássicos, de versos e de aventuras. Nunca se precisou tanto da literatura e do nosso velho e querido companheiro de todas as horas: o livro!  Como disse Johann Goethe: “Todos os dias deveríamos ler um bom poema, ouvir uma linda canção, contemplar um belo quadro e dizer algumas palavras bonitas.”

           Que delícia ler os títulos da Coleção Vaga-lume, ler as histórias românticas de Shakespeare, as epopeias gregas como Odisseia, as histórias de Tia Nastácia e as obras do Sítio do Pica-pau Amarelo de Monteiro Lobato, a saga de Harry Potter, de Percy Jackson de Rick Riordan, ou os romances de Nicholas Sparks, ou os versos de Luís Vaz de Camões, Pablo Neruda, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade entre tantos outros famosos. 

     Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro e o pensamento lá em você”, versos do cantor e compositor Djavan que traduzem um pouquinho de como é bom ler um livro. E como é bom ter um livro como companhia constante na vida! Leia mais!

domingo, 4 de julho de 2021

O drama brasileiro





              Não há como negar a influência desastrosa desse governo na vida dos brasileiros. Percebe-se que isso ocorre por falta de um projeto governamental sério e eficiente, pautado na democracia, no planejamento e na organização de metas e de resolução de problemas. 

              Além disso falta uma equipe estruturada, capacitada e comprometida com o bem comum e com a resolução das emergências do país que, no momento, alastram-se vertiginosamente como, por exemplo, a destruição do meio ambiente, a demora na campanha vacinal, o aumento do desemprego e a comprovação da corrupção. 

            Para piorar, a situação daqueles que ainda não enxergam a realidade é análoga ao Mito da Caverna, em que os aliados do Presidente se adentraram tão profundamente à escuridão a ponto de se acostumarem, consequentemente, não conseguem encontrar a luz. Para Platão, a escuridão é a ignorância, ou seja, a falta de conhecimento; a luz é a ciência, a sobriedade; a caverna representa o comodismo, a conformidade e a cegueira que ofuscam a visão, ao ponto de não darem um basta ao caos em que a Nação se encontra devido às atitudes errôneas do governo federal e de seus ministros.

         Antes, o discurso direitista, amplamente divulgado com o slogan: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” não combina com o que o brasileiro está vendo e vivendo. A corrupção está escancarada e há provas suficientes disso.

          Omissão, desordem, morte e corrupção deveriam ser o slogan desse governo. É preciso repensar tais conflitos e propor possíveis caminhos para que o Brasil não entre em um colapso generalizado. Pelo que se vê hoje, o único meio é o Impeachment e para isso é necessária a união de todos e a participação efetiva nas manifestações contra esse desgoverno. 

quinta-feira, 24 de junho de 2021

A HORA DA VERDADE CHEGOU

 


A hora da verdade chegou. Não dá mais para conviver com tantas mentiras escancaradas pelas quais o povo brasileiro vem vivenciando. É chegado o momento de unir forças, superar as divergências, tanto de ideologias quanto de partidarismos políticos, para que o país encontre o caminho do bem comum, da cultura da paz e da amizade social. Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disse o seguinte: “Todos são chamados a contribuir, independentemente das diferenças”.

É possível constatar que muitas lideranças de diversos setores da sociedade, inclusive o religioso, o político, as entidades civis, entre outras, já têm se manifestado há tempos a sua indignação com a atual situação governamental federal do Brasil. Este gigante não aguenta mais tantos episódios de loucura, de psicopatia, de negacionismo, de desordem, de desmandos e de descasos com o povo brasileiro. A consequência disso tudo resultou na morte de mais de 500 MIL PESSOAS. 500 MIL SONHOS. 500 MIL VIDAS.

Enquanto cidadãos de vários países já podem tirar as máscaras, já podem se abraçar, já podem ir retomando a normalidade de suas vidas, o Brasil se vê afundando num nebuloso e difícil pântano, cuja causa está nos devaneios de um presidente infantil, mimado, preconceituoso, que vive às custas do dinheiro público há três décadas, sem nunca ter feito algo de produtivo para seu país.

Desse modo, todo o esforço deve ser feito para mudar os rumos dessa nação que está infeliz, sofrendo. Portanto, a sociedade civil, bem como todas as instituições e poderes, precisa urgentemente combater o mal que se alastra aceleradamente. Precisa combater opressores que instigam o ódio, a desordem de grande parcela social, que contribuem para a divisão e, sobretudo, que aumentam o negacionismo científico que, direta ou indiretamente, engrossa os números (as vidas) de vítimas fatais nessa pandemia.

Ainda, segundo Dom Walmor: “Não é mais possível suportar representatividades assentadas em psicopatias, produzindo loucuras de todo tipo, comprometendo duramente a identidade institucional. É hora de dar um basta e exigir o estabelecimento de novas lógicas e funcionamentos, alicerçados em percepção clarividente”.

Sendo assim, independentemente de qualquer ideologia, devem-se unir forças para que, juntos, possamos derrubar os tiranos, aspirantes de Hitler, do poder ou nos tornaremos as vítimas do maior holocausto do século XXI, visto que os brasileiros estão morrendo não somente por causa desse coronavírus, mas também de fome e de desprezo. Não aguentamos mais. Basta! Vamos à luta!

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Ser gentil faz bem!

 



 

Devido à correria do cotidiano, estresse, trânsito caótico, isolamento social entre outros têm provocado estranhamento, intolerância, indiferença e apatia nas relações interpessoais. Nada disso pode servir de desculpa para muita gente sem educação. Esse fenômeno é amplamente perceptível, já que a sociedade contemporânea, de modo geral, tem ficado mais intolerante e menos gentil com o próximo. Desse modo, cabe a seguinte reflexão: há espaço para a gentileza, empatia e caridade nesse contexto tão conturbado em que vivemos?

Thomas Hobbes afirmou que o homem é o lobo do homem. Tal máxima nunca foi tão verdadeira, uma vez que o ser humano tem, gradativamente, atacado seus semelhantes de forma agressiva e indelicada, isso sem contar com a violência física. São variados contextos em que a incivilidade se manifesta que vai desde uma simples falta de educação a xingamentos degradantes. Com as redes sociais, o ódio e o preconceito tomam conta e isso é inaceitável.

Exemplos de falta de gentileza, infelizmente, não faltam. É comum presenciar atos de hostilidade e até de ódio nos serviços públicos, tanto de atendentes quanto dos usuários; entre motoristas e pedestres; nas escolas, em hospitais, e principalmente, nas redes sociais. Em síntese, a falta de elegância no tratamento para com o outro está escassa, abrindo espaço para a grosseria, a falta de paciência, intolerância e egocentrismo. Esses sentimentos devem ser coibidos, abrindo espaço para a empatia, a solidariedade, o respeito, a caridade e o afeto.

Para Nelson Mandela, só a educação é a ferramenta capaz de transformar as pessoas. Portanto estamos precisando é de mais educação, mas uma educação verdadeira, que deve ser aplicada 24 horas por dia em todos os contextos. Ser incivilizado e mal-educado não dignifica ninguém e  não contribui com nada. Ser gentil, educado, dar “bom dia”, dizer “muito obrigado”, “por gentileza” são atitudes que não custam nada e são geradas de um convívio harmonioso e pacífico. É necessário repensar nossas ações, e tratarmos o outro como desejamos ser tratados. Assim, a troca de papel, ficando no lugar do outro é um bom começo para que a gentileza e a educação e tantos outros sentimentos bons ocupem o espaço necessário de que tanto precisamos.

O mosquito ameaça novamente

 



            A crise da saúde no país está assustadora. A nação está fortemente abalada devido à contaminação pelo vírus da Covid 19, que matou milhões no mundo todo. Mas a preocupação com a covid, de fato muito preocupante, fez com que a sociedade se esquecesse de outro inimigo muito conhecido: o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e a zika. Diante disso, o que se deve fazer para combater esse problema de saúde pública que volta a assombrar o povo brasileiro?

O número de vítimas da dengue vem aumentando. Segundo dados da Secretaria de Vigilância Sanitária, foram registrados mais de 1 milhão de casos de dengue no Brasil. Em Minas Gerais, os casos subiram quase 1000% nos últimos anos. Além disso, casos de microcefalia (cérebro menor que o tamanho normal) por infecção congênita continuam, mesmo não ganhando notoriedade da mídia.

Além disso, é uma tristeza ver que os líderes políticos, na maioria, apenas remedeiam e não previnem de forma eficaz. Isso significa que quase todas as atitudes tomadas em relação ao Aedes aegypti são paliativas e ineficientes. O trabalho preventivo precisa ser maciço e diário para combater esse mosquito que tem poderes destrutivos.

Mas uma pergunta é pertinente: o mosquito voltou? Não. Na verdade, ele sempre esteve presente, porém como todos os olhares se voltaram ao coronavírus, a sociedade e até órgãos responsáveis por isso se esqueceram desse percalço e deixaram que ele tomasse conta novamente.

Diante disso, é necessária a união de várias esferas políticas, para combater esse mal com ações precisas e profiláticas durante o ano inteiro e não apenas nos períodos mais críticos. Todos precisam agir nas comunidades, conscientizando e informando os moradores do compromisso de cada um. Cada cidadão deve se comprometer com o bem comum e cuidar do seu domicílio, afinal, “Casa comum, nossa responsabilidade”. Portanto cada um é responsável por cuidar da sua casa e do seu entorno, a fim de exterminar de vez com esse perigo de asas.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Cuidem das crianças!


        É lamentável e um despautério a violência monstruosa que as crianças vêm sofrendo, especialmente dentro das suas próprias casas. Há pouco tempo, Henry, uma criança de apenas 4 anos, foi brutalmente espancada até a morte pelo padrasto, um médico, e este foi acobertado pela mãe do garoto. O que está acontecendo com a raça humana? Por que tanta crueldade?

         É lastimável constatar que muitas crianças sofrem maus-tratos, violência doméstica, abandono e abuso sexual dentro dos seus lares. Elas são humilhadas, espancadas e assassinadas pelos pais, padrastos e ou parentes próximos.

           Há uma infeliz realidade que aponta que esses casos de violência contra crianças e adolescentes acontecem diariamente. Alguns ganham notoriedade da mídia como a morte cruel de Isabella Nardoni, em 2008, que foi defenestrada do apartamento pelo pai e pela madrasta. O menino Bernardo Boldrini, assassinado pela madrasta com o aval do pai, em 2014. O chocante é que os criminosos são aqueles que deveriam justamente educar, cuidar e amar seus filhos, enteados e sobrinhos. 

            É triste demais saber que, neste momento, muitos meninos e meninas estão sendo violentados. Eles sofrem com os maus tratos, negligência, abandono e outros tipos de judiação. Essa tortura está nos lares de quem menos se espera. Geralmente, são os professores que percebem essas barbaridades. No entanto, com essa pandemia, longe da sala de aula, é inimaginável precisar quantas estão sendo torturadas e sem ninguém para ajudá-las. 

            Portanto, é necessário observar e escutar os pequeninos,  a fim de evitar qualquer tipo de violência. Todo cidadão: os pais, as mães, os padrastos, as madrastas, os cuidadores, os professores, avós, vizinhos, todos, sem exceção, devem cuidar dos pequenos e garantirem sua segurança, integridade física e psíquica, além de oferecerem amor, respeito, e tudo de que precisam.

          Toda criança é vulnerável e precisa de cuidados, de proteção e de atenção. Com o adolescente é a mesma coisa. Chega de violência infantil. Escutem as queixas, não pensem que estão mentindo ou exagerando. Elas dão sinais de que estão sofrendo e precisamos enxergar esses sinais antes que seja tarde demais. Cuidem das crianças!

Resultado e Premiação do 2º Concurso de Poesia da Alarc - 2024

RESULTADO DO 2º CONCURSO DE POESIA DA ALARC – 2024 OBSERVAÇÃO: OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA E NÃO DE CLASSIFICAÇÃO. PREMIAÇÃO LOCAL:...