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quarta-feira, 7 de julho de 2021
domingo, 4 de julho de 2021
O drama brasileiro
Não há como negar a influência desastrosa desse governo na vida dos brasileiros. Percebe-se que isso ocorre por falta de um projeto governamental sério e eficiente, pautado na democracia, no planejamento e na organização de metas e de resolução de problemas.
Além disso falta uma equipe estruturada, capacitada e comprometida com o bem comum e com a resolução das emergências do país que, no momento, alastram-se vertiginosamente como, por exemplo, a destruição do meio ambiente, a demora na campanha vacinal, o aumento do desemprego e a comprovação da corrupção.
Para piorar, a situação daqueles que ainda não enxergam a realidade é análoga ao Mito da Caverna, em que os aliados do Presidente se adentraram tão profundamente à escuridão a ponto de se acostumarem, consequentemente, não conseguem encontrar a luz. Para Platão, a escuridão é a ignorância, ou seja, a falta de conhecimento; a luz é a ciência, a sobriedade; a caverna representa o comodismo, a conformidade e a cegueira que ofuscam a visão, ao ponto de não darem um basta ao caos em que a Nação se encontra devido às atitudes errôneas do governo federal e de seus ministros.
Antes, o discurso direitista, amplamente divulgado com o slogan: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” não combina com o que o brasileiro está vendo e vivendo. A corrupção está escancarada e há provas suficientes disso.
Omissão, desordem, morte e corrupção deveriam ser o slogan desse governo. É preciso repensar tais conflitos e propor possíveis caminhos para que o Brasil não entre em um colapso generalizado. Pelo que se vê hoje, o único meio é o Impeachment e para isso é necessária a união de todos e a participação efetiva nas manifestações contra esse desgoverno.
quinta-feira, 24 de junho de 2021
A HORA DA VERDADE CHEGOU
A
hora da verdade chegou. Não dá mais para conviver com tantas mentiras
escancaradas pelas quais o povo brasileiro vem vivenciando. É chegado o momento
de unir forças, superar as divergências, tanto de ideologias quanto de
partidarismos políticos, para que o país encontre o caminho do bem comum, da
cultura da paz e da amizade social. Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
e Presidente da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB), disse o seguinte: “Todos são chamados a contribuir, independentemente das diferenças”.
É
possível constatar que muitas lideranças de diversos setores da sociedade,
inclusive o religioso, o político, as entidades civis, entre outras, já têm se
manifestado há tempos a sua indignação com a atual situação governamental
federal do Brasil. Este gigante não aguenta mais tantos episódios de loucura,
de psicopatia, de negacionismo, de desordem, de desmandos e de descasos com o
povo brasileiro. A consequência disso tudo resultou na morte de mais de 500 MIL
PESSOAS. 500 MIL SONHOS. 500 MIL VIDAS.
Enquanto
cidadãos de vários países já podem tirar as máscaras, já podem se abraçar, já
podem ir retomando a normalidade de suas vidas, o Brasil se vê afundando num
nebuloso e difícil pântano, cuja causa está nos devaneios de um presidente
infantil, mimado, preconceituoso, que vive às custas do dinheiro público há
três décadas, sem nunca ter feito algo de produtivo para seu país.
Desse
modo, todo o esforço deve ser feito para mudar os rumos dessa nação que está
infeliz, sofrendo. Portanto, a sociedade civil, bem como todas as instituições
e poderes, precisa urgentemente combater o mal que se alastra aceleradamente. Precisa
combater opressores que instigam o ódio, a desordem de grande parcela social,
que contribuem para a divisão e, sobretudo, que aumentam o negacionismo científico
que, direta ou indiretamente, engrossa os números (as vidas) de vítimas fatais
nessa pandemia.
Ainda, segundo Dom Walmor: “Não é mais possível suportar
representatividades assentadas em psicopatias, produzindo loucuras de todo
tipo, comprometendo duramente a identidade institucional. É hora de dar um
basta e exigir o estabelecimento de novas lógicas e funcionamentos, alicerçados
em percepção clarividente”.
Sendo assim, independentemente
de qualquer ideologia, devem-se unir forças para que, juntos, possamos derrubar
os tiranos, aspirantes de Hitler, do poder ou nos tornaremos as vítimas do
maior holocausto do século XXI, visto que os brasileiros estão morrendo não
somente por causa desse coronavírus, mas também de fome e de desprezo. Não
aguentamos mais. Basta! Vamos à luta!
quarta-feira, 26 de maio de 2021
Ser gentil faz bem!
Devido à correria do cotidiano, estresse, trânsito
caótico, isolamento social entre outros têm provocado estranhamento,
intolerância, indiferença e apatia nas relações interpessoais. Nada disso pode
servir de desculpa para muita gente sem educação. Esse fenômeno é amplamente
perceptível, já que a sociedade contemporânea, de modo geral, tem ficado mais
intolerante e menos gentil com o próximo. Desse modo, cabe a seguinte reflexão:
há espaço para a gentileza, empatia e caridade nesse contexto tão conturbado em
que vivemos?
Thomas Hobbes afirmou que o homem é o lobo do
homem. Tal máxima nunca foi tão verdadeira, uma vez que o ser humano tem,
gradativamente, atacado seus semelhantes de forma agressiva e indelicada, isso
sem contar com a violência física. São variados contextos em que a incivilidade
se manifesta que vai desde uma simples falta de educação a xingamentos
degradantes. Com as redes sociais, o ódio e o preconceito tomam conta e isso é
inaceitável.
Exemplos de falta de gentileza, infelizmente,
não faltam. É comum presenciar atos de hostilidade e até de ódio nos serviços
públicos, tanto de atendentes quanto dos usuários; entre motoristas e pedestres;
nas escolas, em hospitais, e principalmente, nas redes sociais. Em síntese, a falta
de elegância no tratamento para com o outro está escassa, abrindo espaço para a
grosseria, a falta de paciência, intolerância e egocentrismo. Esses sentimentos
devem ser coibidos, abrindo espaço para a empatia, a solidariedade, o respeito,
a caridade e o afeto.
Para Nelson Mandela, só a educação é a
ferramenta capaz de transformar as pessoas. Portanto estamos precisando é de
mais educação, mas uma educação verdadeira, que deve ser aplicada 24 horas por
dia em todos os contextos. Ser incivilizado e mal-educado não dignifica ninguém
e não contribui com nada. Ser gentil,
educado, dar “bom dia”, dizer “muito obrigado”, “por gentileza” são atitudes
que não custam nada e são geradas de um convívio harmonioso e pacífico. É
necessário repensar nossas ações, e tratarmos o outro como desejamos ser
tratados. Assim, a troca de papel, ficando no lugar do outro é um bom começo
para que a gentileza e a educação e tantos outros sentimentos bons ocupem o
espaço necessário de que tanto precisamos.
O mosquito ameaça novamente
A crise da saúde no país está
assustadora. A nação está fortemente abalada devido à contaminação pelo vírus
da Covid 19, que matou milhões no mundo todo. Mas a preocupação com a covid, de
fato muito preocupante, fez com que a sociedade se esquecesse de outro inimigo
muito conhecido: o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre
chikungunya e a zika. Diante disso, o que se deve fazer para combater esse
problema de saúde pública que volta a assombrar o povo brasileiro?
O
número de vítimas da dengue vem aumentando. Segundo dados da Secretaria de Vigilância
Sanitária, foram registrados mais de 1 milhão de casos de dengue no Brasil. Em
Minas Gerais, os casos subiram quase 1000% nos últimos anos. Além disso, casos
de microcefalia (cérebro menor que o tamanho normal) por infecção congênita
continuam, mesmo não ganhando notoriedade da mídia.
Além
disso, é uma tristeza ver que os líderes políticos, na maioria, apenas
remedeiam e não previnem de forma eficaz. Isso significa que quase todas as
atitudes tomadas em relação ao Aedes aegypti são paliativas e ineficientes. O
trabalho preventivo precisa ser maciço e diário para combater esse mosquito que
tem poderes destrutivos.
Mas
uma pergunta é pertinente: o mosquito voltou? Não. Na verdade, ele sempre
esteve presente, porém como todos os olhares se voltaram ao coronavírus, a
sociedade e até órgãos responsáveis por isso se esqueceram desse percalço e
deixaram que ele tomasse conta novamente.
Diante
disso, é necessária a união de várias esferas políticas, para combater esse mal
com ações precisas e profiláticas durante o ano inteiro e não apenas nos
períodos mais críticos. Todos precisam agir nas comunidades, conscientizando e
informando os moradores do compromisso de cada um. Cada cidadão deve se
comprometer com o bem comum e cuidar do seu domicílio, afinal, “Casa comum,
nossa responsabilidade”. Portanto cada um é responsável por cuidar da sua casa
e do seu entorno, a fim de exterminar de vez com esse perigo de asas.
segunda-feira, 12 de abril de 2021
Cuidem das crianças!
É lamentável e um despautério a violência monstruosa que as crianças vêm sofrendo, especialmente dentro das suas próprias casas. Há pouco tempo, Henry, uma criança de apenas 4 anos, foi brutalmente espancada até a morte pelo padrasto, um médico, e este foi acobertado pela mãe do garoto. O que está acontecendo com a raça humana? Por que tanta crueldade?
É lastimável constatar que muitas crianças sofrem maus-tratos, violência doméstica, abandono e abuso sexual dentro dos seus lares. Elas são humilhadas, espancadas e assassinadas pelos pais, padrastos e ou parentes próximos.
Há uma infeliz realidade que aponta que esses casos de violência contra crianças e adolescentes acontecem diariamente. Alguns ganham notoriedade da mídia como a morte cruel de Isabella Nardoni, em 2008, que foi defenestrada do apartamento pelo pai e pela madrasta. O menino Bernardo Boldrini, assassinado pela madrasta com o aval do pai, em 2014. O chocante é que os criminosos são aqueles que deveriam justamente educar, cuidar e amar seus filhos, enteados e sobrinhos.
É triste demais saber que, neste momento, muitos meninos e meninas estão sendo violentados. Eles sofrem com os maus tratos, negligência, abandono e outros tipos de judiação. Essa tortura está nos lares de quem menos se espera. Geralmente, são os professores que percebem essas barbaridades. No entanto, com essa pandemia, longe da sala de aula, é inimaginável precisar quantas estão sendo torturadas e sem ninguém para ajudá-las.
Portanto, é necessário observar e escutar os pequeninos, a fim de evitar qualquer tipo de violência. Todo cidadão: os pais, as mães, os padrastos, as madrastas, os cuidadores, os professores, avós, vizinhos, todos, sem exceção, devem cuidar dos pequenos e garantirem sua segurança, integridade física e psíquica, além de oferecerem amor, respeito, e tudo de que precisam.
Toda criança é vulnerável e precisa de cuidados, de proteção e de atenção. Com o adolescente é a mesma coisa. Chega de violência infantil. Escutem as queixas, não pensem que estão mentindo ou exagerando. Elas dão sinais de que estão sofrendo e precisamos enxergar esses sinais antes que seja tarde demais. Cuidem das crianças!
quinta-feira, 1 de abril de 2021
À espera de um milagre! Ops! Impeachment!
O mundo está perplexo diante das falas, das ações, das mentiras e das manifestações abomináveis do Presidente da República, no pior momento da pandemia, causada pela Covid-19. Sua falta de planejamento e sua falta de empatia só demonstram sua ignorância e total despreparo para governar o Brasil. Nessa situação, em que as mortes se aproximam a quase 400 mil mortos, o presidente articula um golpe de Estado, aclama a Ditadura Militar e não se esforça para comprar as vacinas. Isso é insano. Isso é genocídio.
Em primeiro momento, devemos ter total consciência de que comemorar o pior período da nossa história que foi a Ditadura Militar é, no mínimo, um crime contra a Democracia e contra o Estado de Direito de qualquer cidadão. A história vai mostrar, futuramente, os inimigos do país, não tem justificativa para o que estamos presenciando.
Segundo a Constituição Federal do Brasil (1988), o Presidente da República tem relevância simbólica, porque é o líder máximo do Estado brasileiro, eleito diretamente pelo povo. Porém o nosso presidente tem como projeto destruir o Brasil, fazendo tudo ao contrário do que preconiza a Carta Magna. Ele nos representa, é a cara do país no exterior, no entanto a nossa imagem está manchada. Estamos sozinhos e isolados. Se ele, presidente eleito, não está preocupado com seu povo, o que será do Brasil se ele continuar no poder?
A presidência é o cargo político mais importante da nação, por isso ELE deve ser exemplo para seu povo e o primeiro a manifestar sua responsabilidade e compromisso para proteger os brasileiros. Qual foi o dia desse DESgoverno que tivemos um dia sequer de sossego??? Nenhum.
“E daí? Não sou coveiro.” Realmente, ele não é coveiro, imagine, é presidente, deveria evitar que milhares de vidas sejam perdidas. Ele deveria governar, trabalhar para o bem comum e cuidar dos brasileiros. Estes estão à deriva, à espera de um milagre. Não! Estamos à espera de um Impeachment.
Resultado e Premiação do 2º Concurso de Poesia da Alarc - 2024
RESULTADO DO 2º CONCURSO DE POESIA DA ALARC – 2024 OBSERVAÇÃO: OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA E NÃO DE CLASSIFICAÇÃO. PREMIAÇÃO LOCAL:...
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