terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Discurso de formatura 2018


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Hoje é um dia importante para vocês, pois é a formatura. Mais uma degrau, mais uma etapa concluída e isso é viver e viver é achar-se numa jornada em mar aberto: repleto de ondas (que nesta metáfora representam os desafios cotidianos) e de dias ensolarados ou chuvosos (comparáveis às emoções do instante).
Apesar do clima, as ondas estão sempre lá: incontáveis... imprevisíveis e assim somos nós, são vocês. Um dia, cada um encarou uma onda das grandes, incerto de onde chegaria com isso. Hoje, com a cabeça erguida, cheia de sonhos e boas memórias, vocês encerram mais um capítulo da sua odisseia”. 

Agradeço a Deus, todo poderoso, que se faz presente no mais puro amor à vida, ao ser humano e aos caprichos do universo por terem colocado-os na minha existência. Vocês, formandos, se tornaram meus amigos em diversas fases, e cada um, à sua maneira, fizeram-me perceber que a realidade pode ser encarada com menos dureza e que as coisas podem ser ótimas mesmo assim.
Por fim, agradeço por ter acompanhado vocês até aqui, por terem me permitido ensinar algo de importante da nossa língua materna, sobre redação, sobre poesia e além de ensinar as letras, trabalhei com o que vocês têm de mais valioso: suas felicidades, temores, lembranças, orgulho, seus sentimentos. Com vocês, tenho aprendido que viver pode ser mesmo como admirar esse mar que achamos ser infinito, mas não é.

As ondas, que estão sempre lá, são um verdadeiro exército que combate a estagnação e move os navegantes além do que se acredita. Então que nunca falte a cada um de vocês a esperança quando houver desespero, a alegria quando estiver desanimado, e Deus, quando se sentir sozinho. Mar calmo nunca fez bom marinheiro, então agarre firme o leme do seu barco e boa viagem nessa aventura chamada vida!

Maus-tratos aos animais: até quando?


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É inacreditável que, em pleno século XXI, com tanta tecnologia, os animais precisam sofrer tanto, principalmente com as indústrias farmacêutica e alimentícia. As atrocidades cometidas são inúmeras e não há limites, tudo em nome do capitalismo desenfreado e cruel. O que pode ser feito para diminuir os maus-tratos contra animais? E isso é possível?
Existem muitos exemplos de maus-tratos na indústria alimentícia, tantos que se o consumidor souber de todos deixaria de comer carne e consumir ovos e leite. Bois, porcos e aves são os que mais sofrem, entre estes as aves. Há empresas que criam os animais dentro de espaços extremamente pequenos; porcas parideiras são usadas apenas para procriar e depois são descartaras como máquinas velhas; aves são criadas amontadas nas granjas, não veem a luz do dia, têm os bicos arrancados de modo rudimentar, e os pintinhos machos são sacrificados assim que nascem por meio de sufocação em sacos plásticos ou triturados (vivos) em máquinas de moer carne; vacas são forçadas a produzir leite como se fossem atletas maratonistas.
Tudo é muito cruel e sem piedade dos bichos que sofrem e sentem dor. Mas não precisa ser assim. Hoje a tecnologia ajuda a diminuir o sofrimento e até eliminá-lo, por exemplo, há um raio ultravermelho para fazer com que o bico das aves caia sem nenhuma dor, assim que nascem; porcos e bois podem viver em espaços maiores, onde podem pastar e interagir com outros animais sem comprometer a produção; as galinhas podem ser criadas soltas, como já acontece com a criação de galinhas caipiras. Os matadouros, hoje, são obrigados a adotarem uma forma de tirar a dor do animal antes de serem abatidos e existem muitas possibilidades.
É importante lembrar que o homo sapiens só existe hoje porque passou a comer carne. Segundo historiadores, nossos ancestrais eram herbívoros e passavam 16 horas do dia mastigando plantas para se manterem vivos e, com o consumo de carne, precisou gastar menos tempo mastigando para sobreviver, sobrando horas vagas para fazer outras atividades. Além disso, a proteína animal é uma das responsáveis pela própria evolução do homem, especialmente em relação ao desenvolvimento do cérebro, ou seja, o consumo de carne foi essencial no processo evolutivo.
Assim, o homem herdou a necessidade de consumir carne e estima-se que hoje 95% da polução mundial faça esse consumo. Mas isso não significa que os animais precisam agonizar para satisfazer a necessidade humana. Do ponto de vista dos vegetarianos, não comer carne é pensar no bem-estar animal e é a melhor opção, mas é praticamente impossível eliminar esse costume utilizado há milhões de anos. No entanto o consumo pode ser dosado e o consumidor deve saber a origem do produto, a fim de reconhecer como os animais são tratados, podendo escolher fornecedores que adotam medidas em favor do menor sofrimento animal. Uma forma de reconhecimento dessas indústrias é verificar se o produto, como carnes, ovos e leite, tem o selo emitido pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). As empresas que têm esse selo são aquelas que seguem as normas do Ministério da Agricultura e as recomendações da FAO (divisão alimentar da ONU - Organização das Nações Unidas), além de atender aos critérios apontados pela Ong World Animal Protection.
É muito importante que cada consumidor desses alimentos seja consciente e reflita sobre seu papel na diminuição do sofrimento animal. Para isso, o cidadão deve verificar as embalagens dos produtos como ovos, leite e carnes se elas têm selos de certificação, se as empresas são responsáveis e adotam medidas que respeitem os animais. No Brasil, hoje, há muitas empresas que se comprometeram a respeitar essas medidas e os animais. Adotar uma dieta com menos carne também ajuda, caso o sonho de ser vegetariano ainda esteja longe de ser alcançado.

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Ler ou não ler, eis a questão


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Um dos desafios que professores e pais enfrentam hoje é a falta de leitura entre adolescentes e jovens. A impressão que se tem é que os leitores de clássicos estão em extinção. Há diversas pesquisas que apontam o quanto a leitura é importante para a formação pessoal e profissional, principalmente quando é realizada sem obrigação. Mas afinal, as pessoas estão deixando de ler?
Inicialmente, é preciso enfatizar que sempre se discutiu a escassez da leitura, e em cada época se apontam os principais empecilhos e vilões. A televisão já foi a principal destruidora de leitores; hoje, é a vez da internet e dos jogos eletrônicos.
É evidente que há inúmeras causas que afastam os livros do jovem. A primeira se trata de uma questão histórica no Brasil: faltam livros e exemplos em casa e a valorização da educação. Pertencemos a uma nação quase analfabeta, ainda temos mais de 13 milhões de analfabetos, além disso há o analfabeto funcional (aquele que sabe ler e escrever, mas não sabe interpretar ou fazer uso dessas habilidades no cotidiano) e o analfabeto voluntário (sabe ler, escrever, interpretar, no entanto consideram que ler livros é uma perda de tempo).
Hoje, percebe-se que a população lê mais que as gerações anteriores, no entanto essas leituras são diferentes, não menos importantes, mas são mais curtas, como trechos, títulos, resumos e resenhas de obras, imagens com pouco conteúdo. Não quer dizer que isso é totalmente ruim, porém não é o ideal, ler as informações mastigadas e apenas as mais rápidas não contribuem com a formação de um bom leitor, é preciso ir mais além. A própria rede social mostra essa realidade, por meio da diferença de curtidas entre postagens com textos mais longos de textos curtinhos ou fotos.
Deve-se saber que a geração atual é a mais privilegiada, pois há inúmeros recursos como os e-books e diversos aplicativos que levam os livros à palma da mão do leitor; hoje, também, há muitas editoras concorrentes, o que diminui o preço dos livros, entretanto boa parte dessa geração se recusa a ler os grandes clássicos da literatura brasileira e universal.
Portanto, ainda que seja muito difícil disputar a atenção com a tecnologia, os livros são e sempre serão fundamentais para a formação humana, além da cultural, ontológica e espiritual. Ler é uma das habilidades mentais que mais contribuem para o desenvolvimento e evolução de um ser. É por meio da leitura que o homem entende a si mesmo e a inteligência e capacidade de criação do homem. Ler é muito bom, só é preciso descobrir esse tesouro e sucumbir-se a ele: ler é a questão.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Genocídio na lama

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Genocídio na lama 


        É impressionante como o homem não aprende com os erros do passado. Quando a barragem de Fundão, em Mariana, em 2015, se rompeu, deixou 19 mortos e a região ficou devastada, acreditou-se que aquela tragédia jamais se repetiria; ledo engano. Mais uma vez, Minas Gerais chora em meio à lama com uma tragédia sem precedentes, nem se trata de tragédia, mas, sim, de genocídio.
      O alarme não soou. Mas nem precisava de alarme para comprovar o perigo iminente. Já estava explícito que esse assassinato em série aconteceria a qualquer instante. Foi um crime sim. Não houve tempo suficiente para que centenas de pessoas entre trabalhadores, moradores e turistas escapassem das ondas de lama avassaladoras. Além da perda humana, milhares de animais daquela região também foram sufocados pelo lamaçal, comparado à força e à densidade de lavas vulcânicas; e ainda têm-se os danos causados ao meio ambiente , que são irreversíveis.
        De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, até esta quinta-feira (31), 110 pessoas morreram por conta da lama; 238 seguem desaparecidas e 108 estão desabrigadas. Agora não se procuram mais por sobreviventes, apenas por corpos. O sofrimento de Brumadinho é imensurável. Sonhos interrompidos, vidas dilaceradas.
        Cabe reforçar que, no Brasil, existem muitas barragens e muitas delas estão em estado de risco de se romperem e nada é feito. A Vale, a segunda maior mineradora do mundo, é uma criminosa que, até agora, não indenizou nem as vítimas de Mariana e faz mais vítimas.
           Sabe-se que as mineradoras são necessárias, porém o desenvolvimento econômico deve andar de mãos dadas com os conceitos de sustentabilidade e responsabilidade social e humana; ao contrário é ganância, irresponsabilidade e descompromisso com a vida e com a dignidade do ser humano.
             Nenhuma nação cresce verdadeiramente assassinando seu povo. Enquanto a justiça e o brasileiro forem coniventes com um país em que se consideram normais as mortes da Boate Kiss, de Mariana, de chacinas e agora de Brumadinho, infelizmente, maus augúrios são perceptíveis e isso é abominável e assustador.

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Combate à corrupção


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O Dia Internacional de Combate à Corrupção, que é 9 de dezembro, é uma data importante, mas a luta contra esse crime é contínua, árdua e deve se estender a todos. As Nações Unidas assinaram a Convenção contra a Corrupção em 2003 e esse documento estimula todos os países membros a desenvolverem e a implementarem meios para combater esse mal e o Brasil faz parte desse acordo.
Conforme o dicionário, o vocábulo corrupção é o efeito ou o ato de corromper alguém ou algo, com o objetivo de obter vantagens em relação aos outros por meios ilegais ou ilícitos. Assim a corrupção é uma maneira desleal e cruel, uma vez que dizima com as esperanças de um povo, bem como sua cidadania. 
Hoje, no Brasil, o Ministério Público tem desempenhado o seu papel de forma marcante e contundente. Há diversas operações no combate à corrupção, que investigam propinas e desvios milionários de dinheiro público. Vale lembrar que há muitas operações regionais em toda a federação e que estão prendendo políticos, empreiteiros e pessoas do mais alto escalão, o que dá esperança de que a justiça e o bem podem vencer. O processo é moroso, mas é intenso. 
No entanto, infelizmente, enquanto uma quadrilha de corruptos é desmantelada, outras são formadas. Isso significa que não basta investigar e punir enquanto as leis forem brandas e lenientes. É necessário que leis mais severas devem ser implantadas. Há projetos para tornar a corrupção em crime hediondo e isso precisa de celeridade. Enquanto isso, na Câmara dos deputados, senadores e vereadores, o assunto discutido é outro, o que se discute é quem fica no poder, quem vai ser beneficiado.
É preciso muito mais que um dia para combater a corrupção. Precisa-se urgentemente, de ações profiláticas e inibidoras de atos ilícitos e criminosos que acabam com o erário. Cada vez que ações corruptas são realizadas, o país deixa de investir na educação, na saúde e na segurança da sua população. Cada vez que um crime de desvio de verba, de propina é feito, deixa-se alguém morrer na fila em hospitais, diminuem-se as vagas nas creches, faltam-se remédios nos postos de saúde, aumenta a criminalidade e, o pior, dissemina a falta de ética, de respeito e de amor para com a vida humana. Basta de corrupção. Precisa-se de pessoas honestas e capazes de dizer não a esse crime.

Mais tolerância, menos ódio


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        Não há como negar a existência da intolerância no Brasil e em diversos assuntos como religião, futebol e política. Basta acontecer um fato diferente, seja ele qual for, e já se podem esperar os insultos e os xingamentos carregados de ódio por aqueles que professam uma fé diferente, por aqueles que discordam de uma corrente filosófica, por torcerem por time "X" e não "Y" e, no caso mais atual, por estar ou não do lado do Lula, ex-presidente do Brasil.
       Vale lembrar que o artigo 5º da nossa constituição é claro sobre o Princípio da Igualdade de que todos são iguais perante a lei. Ademais, há outro princípio imprescindível, que é o da liberdade, garantido por lei e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Isso confirma que cada um pode ter a religião, o time, o partido, o gosto que quiser, por isso é preciso respeitar. Isso não significa que se está a favor ou contra determinado cidadão, bem como sua opinião, significa que se respeita o argumento contrário, atitude necessária numa sociedade democrática e contemporânea. 
         Entretanto todos sabem que a intolerância e o ódio encontram espaço suficiente para exaltar, xingar, ofender e humilhar nas redes sociais. Todos sabem que a mídia manipula, mente, mascara e impõe o que quer e quando quer, fazendo com que os usuários das redes sintam-se à vontade para escrever, curtir e compartilhar o que bem desejarem. Assim, muitos cidadãos não respeitam nada nem ninguém, mostrando todo o ódio e a intolerância contida dentro de si.
         Ademais, o que não pode ser esquecido é que o nosso país tem uma história marcada pela ignorância de uns e opressão de outros, para não dizer "da elite que sempre se manteve no poder e que, agora, a todo o custo, quer reconquistá-lo". Mas o mais importante é que, mesmo discordando do trecho que acabou de ler, que está entre as aspas, o respeito deve continuar, concordando ou não. Confrontar uma ideia, um argumento é fundamental, no entanto não é necessário, para isso, resgatar o que temos de mais desumano: o ódio, a indiferença, o desejo de morte, o desprezo total pela vida.
           É importante afirmar que o respeito à pessoa humana é de extrema importância, caso contrário, estaremos nos rendendo à barbárie, à turbulência de conflitos armados em que o diálogo, a escuta e a paz não encontram mais espaço. 
Se Lula é ou não inocente, se o STF (Supremo Tribunal Federal) agiu conforme a lei, ainda teremos as respostas. Entretanto as divergências de concepções não podem e não devem servir de desculpa para exalar o ódio e a intolerância. Isso é pretexto para quem já é violento e só precisa de um motivo para usar.
            A tolerância se estabelece em aceitar a todos, independentemente de qualquer situação, conforme afirmou o Papa Francisco. Portanto é preciso respeitar, aceitar a escolha de cada um. Se não gosta ou acha que esta ou aquela opinião é certa ou não, respeita. Não é preciso gostar ou aceitar determinado time, partido ou político, mas, sobretudo, devemos respeitar sempre. O ser humano precisa, mais do que nunca, resgatar a sua própria humanidade.


Excesso de vaidade na infância


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É certo que o cuidado com a aparência e a preocupação com a higiene devem ser estimulados desde cedo nas crianças, por serem um importante aprendizado de cuidado consigo mesmas que refletirá em outras áreas da vida, à medida que elas forem crescendo. Estimular nos pequenos o interesse para o que vestir e como se pentear, por exemplo, os ajuda a desenvolver a autoestima e a vontade de parecerem bem e bonitos, contribuindo para a autoconfiança em várias situações sociais. O problema começa quando a vaidade torna-se excessiva, com a criança manifestando um interesse exagerado por roupas e acessórios, principalmente aqueles incompatíveis com a faixa etária, como decotes, transparências, salto alto, maquiagem.
Os pais são a primeira influência dos filhos, com conceitos e comportamentos, que serão assimilados (os primeiros) e imitados (os segundos), moldando a forma de pensar a respeito da autoimagem e as escolhas de como se apresentar. Ou seja, os valores que a família cultiva são fundamentais para a formação dos filhos, na forma como estes vão interagir com o mundo e no que elegerão como realmente importante para uma vida plena e saudável. Brincar de gente grande, com as roupas da mãe e seus batons, faz parte da descoberta do mundo, do desenvolvimento da imaginação e de uma visão lúdica. O faz de conta incentiva a criatividade e o crescimento psicológico saudável. Mas quando deixa de ser brincadeira, e se transforma em motivo para agradar os adultos e chamar sua atenção, torna-se nocivo.
Estimular ou ao menos permitir comportamentos incompatíveis com as necessidades dos filhos, não dando a devida atenção à demanda por moda e marcas (estimulada desde o berço, tanto por roupas, como por acessórios e brinquedos) ou a preocupação com o peso (sim, essa é a próxima fase do processo de adultização), pode trazer sérias consequências no futuro. Os adultos capitulam por receio ou incapacidade de enfrentar não apenas a criança e seus desejos adquiridos ou o meio ambiente (os outros pais deixam, que mal há, isso é fase, passa, mas é tão engraçadinho), ou por terem absorvido os modismos, ignorando uma visão crítica dos mesmos.
É fundamental estimular nas crianças uma visão realista e equilibrada de si mesmas e do mundo, para que se preparem para enfrentar essas e outras pressões. Os limites da vaidade devem ser observados, afinal cada fase tem suas necessidades, e é desaconselhável que a criança queime etapas, porque isso pode levar a problemas. Na adolescência, ela pode se tornar refém de padrões de beleza impostos, do tipo de cabelo ao tamanho dos seios ou dos bíceps, a busca de um corpo que a pessoa não pode conseguir, por características físicas, a não ser através de cirurgias plásticas e tratamentos dolorosos, ou mesmo que colocam a vida em risco, como o uso de anabolizantes. Preocupar-se com a aparência é positivo, porque o desinteresse no cuidar de si indica pouco amor-próprio, mas tudo com equilíbrio e bom senso.


Resultado e Premiação do 2º Concurso de Poesia da Alarc - 2024

RESULTADO DO 2º CONCURSO DE POESIA DA ALARC – 2024 OBSERVAÇÃO: OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA E NÃO DE CLASSIFICAÇÃO. PREMIAÇÃO LOCAL:...