quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Na onda do WhatsApp

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     As transformações de todos os tipos, vivenciadas na contemporaneidade, trazem inúmeros conflitos, dúvidas, inseguranças e expectativas a toda a sociedade. Tantas mudanças significativas são percebidas em qualquer contexto, seja ele social, educacional e familiar. Um exemplo disso é o aplicativo mais usado no mundo todo, o WhatsApp, ferramenta de comunicação rápida e instantânea, por meio da internet. 
     Pode-se afirmar, com convicção e estatísticas, que esse instrumento modificou e facilitou as relações humanas e empresariais. Não há dúvida disso. Tal feito pode ser constatado por ser o aplicativo mais utilizado em todo o mundo, por usuários que variam da criança ao idoso, da dona de casa ao empresário, do agricultor ao acionista de multinacionais. 
     Além disso, aplicativos de comunicação são usados para estabelecer relações afetivas e, principalmente, de compra e venda, tanto de bens de consumo como de serviços, e dos mais variados. Hoje, o concorrente não está na rua ao lado, mas pode estar dentro da própria empresa, pois isso é possível, rápido e fácil.  Vende-se de tudo: vestuário, alimentação, sexshops, calçados e acessórios, até produtos ilícitos como drogas e armas.
        É importante perceber, também, que o WhatsApp tem o lado negativo quando se tem produtos ilícitos e ideias escusas sendo ofertadas na rede, quando fotos íntimas são espalhadas na velocidade da luz, quando fofocas e calúnias são divulgas e disseminadas e, o pior de tudo, quando as relações humanas e os laços afetivos são menosprezados e negligenciados.

        Portanto é preciso aproveitar o lado bom dessa ferramenta para otimizar o que temos de melhor a oferecer e saber dosar o seu uso, aproveitando os momentos de lazer para conversar "de verdade" com quem merece nosso respeito, carinho e atenção.  É necessário resguardar os momentos de contato físico, do olhar nos olhos, do toque, da emoção, e não transformar nossas relações em simplesmente um toque na tela. Então, cuidado para não se afogar nessa onda!
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O dinheiro não compra tudo

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     A ira , a inveja, a avareza são exemplos daquilo que podem destruir o homem. Dentre esses, a avareza talvez seja o pior de todos, já que se trata do apego descontrolado ao dinheiro e é o retrato fiel do egoísmo, comprometendo os sentimentos de alteridade, de partilha e de solidariedade. 
     Para Jean-Jacques Rousseau, a propriedade privada pode ser considerada a origem de todos os males da humanidade. Mesmo que o direito à posse seja legítimo, a busca incessante e excessiva por dinheiro e poder tem sido um estilo de vida de muitos indivíduos, motivados pela avareza, provocando um desequilíbrio social visível, pois desencadeia ouros males ainda pior: a corrupção.
     Vale lembrar que as relações interpessoais são comprometidas pelos interesses particulares, pois há quem procura sempre mais benefícios no outro, para obter vantagens e aumentar sempre os privilégios nesse tipo de relação. Nesse sentido, em sintonia com o mundo capitalista, a vida cotidiana tem girado em torno da busca pelo lucro, o que provoca a desvalorização daquilo que não se pode comprar, como o convívio familiar, consciência tranquila, amizades verdadeiras, relações afetivas duradouras e leais. Mas tudo isso não se compra com dinheiro, muito menos com avareza.
     Além  disso, cabe ressaltar que a avareza afeta todos os campos sociais, mas o meio político é o mais perceptível, já que se vê o enriquecimento ilícito de políticos e de grandes empresários. Desse modo, a corrupção é a principal marca da ganância no Brasil e no mundo. Escândalos que se tornaram públicos, como o desvio de bilhões de reais na Petrobras e em outras instituições públicas e privadas confirmam os riscos de pautar a vida somente em negócios para a obtenção de lucro em cima de lucro.
          É preciso conscientizar a todos sobre o bom uso do dinheiro e da importância de fazer o certo, o justo em toda e qualquer circunstância. Ao congresso, cabe trabalhar para o brasileiro, com honestidade e transparência ao lidar com as contas públicas para evitar crimes fiscais e abandono das necessidades humanas. 
       As famílias devem buscar a valorização de momentos e atitudes imprescindíveis à convivência, que o dinheiro não é capaz de comprar. A escola e a família devem educar crianças, adolescentes e jovens para a honestidade, a ética e, sobretudo, da necessidade de não se endeusar o dinheiro em suas vidas. Só assim se podem esperar futuras gerações comprometidas e humanizadas verdadeiramente.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O verdadeiro espírito natalino

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O retrato que todos conhecem do Natal é este: presentes, ceia, festas nas empresas e na família, amigo secreto, árvores enfeitadas, muitas luzes e brilho por toda a cidade. Mas este ano, com o avanço da crise econômica e política, e um ano de muitas perdas, de todos os tipos, o Natal deve ter uma celebração modesta, retraída e com menos gastos. Mas o que fazer para manter viva a chama natalina?
Uma crise se arrasta Brasil afora devido à inflação, ao desemprego, à corrupção e ao abuso de poder dos políticos desta nação que se diz democrática. O desemprego e a desesperança por dias melhores são os principais motivos de os brasileiros esperarem um Natal mais magro em 2016. No entanto, é importante lembrar que o Natal, em sua essência, não é apenas uma questão mercadológica, mas, sim, um período de reflexão em torno dos valores pelos quais o ser humano deve se pautar como a esperança, o nascimento, a fraternidade e o amor ao próximo.
 É preciso saber que, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNC - os segmentos do varejo sofrerão impactos nas vendas, claro que menores que em 2015. Por isso o consumidor tem medo e está evitando dívidas, assim comprará menos ou escolherá produtos que se encaixam no seu bolso.
Desse modo, é importante que empresas e comércio usem a criatividade para prospectar clientes, oferecendo condições que cabem no bolso de cada um, tendo bom gosto, preço acessível e alternativas para os clientes, que, estão bem exigentes e atentos.
Mas um natal modesto pode e deve ser regado de alegria, paz e festividade. Para isso podemos trocar presentes caros pelas famosas lembrancinhas; trocar pratos sofisticados pelos mais simples também é ótima opção. Nada disso tira o brilho do Natal.
Uma crise econômica não pode afetar o espírito natalino nem afetar o verdadeiro sentido dessa celebração. O mais importante é conservar o valor do nascimento do Menino Jesus, mesmo que o Papai Noel esteja mais magro neste ano. A realidade financeira de uma família, de uma cidade ou de uma nação não pode destruir a alegria, a paz e o sentimento de união e esperança que o Natal renova a cada ano. E é essa renovação que aproxima, que perdoa, que une, que move os povos.
Assim, o que mais importa é a união, a fraternidade, a doação para quem necessita, sobretudo, aproveitar o momento para renovar a energia, a espiritualidade e o amor que deve permanecer entre os povos, a fim de se manter viva a chama natalina, que é a luz do mundo que clareia nossa vida perene e transitória.
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Mudando o Visual


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Chega de canalhismo e insanidade


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     Filósofos, sociólogo e estudiosos de diversas áreas afirmam que o homem é um ser social. Para o sociólogo polonês Zigymunt Bauman, vive-se em uma sociedade em que as relações humanas são muito superficiais e baseadas em interesses pessoais. Une-se a essas afirmações a certeza de que a relação entre o povo e as "excelências" que o representam está gradativamente distante do ideal humano, que deve ser pautado na igualdade, respeito e dignidade.
     Pode-se dizer que o brasileiro está farto da mediocridade da maior parte das suas excelências. Escândalos de todos os níveis, desvios milionários de verbas, manobras partidárias escusas,  desprezo pela necessidade do cidadão, mandos e desmandos arbitrários e incontáveis vergonhas são motivos do nojo que toma conta dessa nação, em relação à classe política brasileira. Essa mesma nação agoniza nos corredores de hospitais, está faminta, desempregada, morre em estradas mão feitas e desleixadas, não tem moradia, nem sonhos e nem esperança.
       Com pouquíssimas  e nobres exceções, o país está repleto de representantes políticos descompromissados, avarentos e desumanos que nem sequer enxergam o seu eleitor, parece que compromisso e trabalho não fazem parte do universo político.
Mas de onde vêm  esses senhores e senhoras? Muitos saem de suas empresas, empreiteiras, são acionistas ou saem de sua comunidade para representar o povo. Será uma atitude altruísta e desejosa de fazer o bem para todos? Quem dera fosse assim. Se fizessem para cada pessoa o que fazem para os seus negócios prosperarem, não haveria  tanta desigualdade social, não teria tanta corrupção, desconforto e desconfiança na relação entre uma nação e seus representantes, que deveriam exercer seu papel para o benefício do país, não para si mesmos.
          Esse impasse só será resolvido a partir do momento em que o Brasil tiver candidatos, empresários, eleitores e uma sociedade honestos e comprometidos com o bem comum. Não se pode perder a esperança, muito menos deixar de sonhar com um Brasil livre de tanto canalhismo e insanidade. Basta, o brasileiro não aguenta mais.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Persistência nos treinos

Persistência nos treinos

 Texto escrito por Iran França - Personal Trainer.

Caríssimos leitores do Jornal da Cidade, a partir desta edição, vou escrever alguns artigos para falar de saúde, treinamento e de tudo o que envolve a área da minha profissão: Personal Trainer.
Cara, vou falar de um assunto que ouço muito de alunos, amigos, de muita gente mesmo. As pessoas, às vezes, estão desanimadas, com preguiça de treinar, se exercitar. Isso me deixa chateado, mas entendo perfeitamente, já fui assim, não gostava de treinar (até hoje não é uma das coisas que mais curto na vida, prefiro ensinar, passar e ver resultados), mas hoje pratico por entender a necessidade de treinar. Mas sinceramente entendo essa galera!
Digo com muita confiança e segurança que são minoria, as pessoas que realmente amam, curtem, sentem falta de treinar, não é uma minoria esmagadora, mas são. Um comparativo com a maioria das pessoas que sentem falta de beber uma cerveja, amam comer um chocolate, curtem ficar o dia todo em frente a um celular ou computador, sentado, e vendo um monte de notícias sem sentido algum, seja lá qual for o meio usado. Não é a maioria das pessoas, algumas realmente usam porque precisam mesmo!
MAS QUERO IR DIRETO AO PONTO, DIZER E MOSTRAR O QUANTO É NECESSÁRIO SE EXERCITAR!!
Imagine que você é um carro, um carro potente, zero, novinho em folha, forte e pronto para andar, correr, parar, se mover em geral! E todo mundo é assim, nós nascemos fortes e saudáveis, com aptidões físicas para irmos e voltarmos para onde e quando quisermos! Como todo bom carro, temos “revisões” correto?! E geralmente nessas revisões nos são passadas várias estratégias, prevenções para que nosso carro funcione bem, e o máximo de tempo possível. E para que não haja a necessidade de ficar sempre indo ao mecânico, ou até mesmo ficar por lá, é preciso dedicar algumas horas da sua semana, do seu tempo precioso, para cuidar do seu carro, para que ele dure mais, e seja confortável e potente. 
Cara, seu dia tem 24 horas, sua semana tem 168 horas em 7 dias, não é possível que você não consegue dedicar no máximo 3 horas, TRÊS HORAS DA SUA SEMANA para cuidar de você, do seu motor (que é o coração), do seu computador de bordo (sua mente), das suas rodas (suas pernas e braços), para cuidar do seu CARRO, (VOCÊÊÊÊÊÊ)!! 
E para que ficar uma hora por dia, 3 vezes por semana malhando??  Simples e objetivo, não é só para colocar seu bumbum na nuca, não é só para você ficar com os braços do Hulk! Primeiramente, vem com a sensação de bem-estar, qualidade de vida, força física e mental para fazer suas atividades diárias com mais prazer e eficiência, vem também com o caráter preventivo para 90% de doenças, atividades físicas são geralmente o primeiro encaminhamento clínico para quaisquer doenças, esses 10% são casos específicos que um ser humano não pode praticar atividade física. 
É óbvio que tendo uma vida ativa fisicamente, você irá viver mais e bem melhor, verá seus netos nascerem, seus filhos se graduarem, verá esse mundo melhor (assim espero), terá uma vida melhor, mais prolongada e mais prazerosa! Então, por favor, não use essas desculpas, seja inteligente, seja esperto, cuide de você, e se você realmente quer ver seu corpo saradão, boladão, faça por onde, porque treinos são como a vida, tudo o que se quer de verdade é difícil e sacrificante, nada que vem fácil é duradouro, então mexa-se, faça por onde!!
Abraços e bons treinos! Iran França


Exibindo iran 2.jpgExibindo iran 1.jpg

sábado, 19 de novembro de 2016

Intolerância religiosa

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Mesmo antes de Hitler, dos campos de concentração e da morte de milhões de judeus, o desrespeito contra religiões já se fazia presente no mundo. Atos contra crenças religiosas e dogmas não são difíceis de serem notados também no Brasil. Desse modo, questão é: quais os caminhos podem ser usados para combater a intolerância religiosa no país?
Em 2015, o ataque terrorista ao jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, chocou o mundo, tornando-se um exemplo de intolerância religiosa. Sabe-se que os idealizadores do jornal faziam piadas e críticas a Maomé e Alá, as divindades muçulmanas.
No Brasil, uma garota foi apedrejada na rua devido às vestes que usava serem impostas por sua religião. Os maiores índices de violência no país são contra fiéis de alguma religião, mas há apenas uma denúncia a cada três dias. E para isso, há uma frase de Confúcio que diz "Saber o correto e não fazer é falta de coragem".
Cabe à mídia, assim como as famílias, as escolas e a sociedade, de forma positiva, intervir na formação da opinião dos indivíduos, que por eles mesmos devem se dar ao respeito para tê-lo de volta. O governo deve implementar uma lei que puna atos de intolerância com multas e trabalho comunitário. Deve-se seguir o caminho da ordem e também do progresso, não o contrário. 

Texto escrito para a redação do Enem em 2016 por Maria Júlia de Melo Barbone – aluna do 2º ano do Ensino Médio do INPA- Instituto Pedagógico Arcoense, de Arcos – MG.


Resultado e Premiação do 2º Concurso de Poesia da Alarc - 2024

RESULTADO DO 2º CONCURSO DE POESIA DA ALARC – 2024 OBSERVAÇÃO: OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA E NÃO DE CLASSIFICAÇÃO. PREMIAÇÃO LOCAL:...