sexta-feira, 27 de agosto de 2021

AS AULAS PRESENCIAIS VOLTARAM!!!



 

Há exatamente um ano e cinco meses, as escolas públicas de Minas Gerais e de quase todo o Brasil estavam conduzindo seus trabalhos de forma remota, ou seja, alunos estudando e professores lecionando de suas casas. Ainda bem e em boa hora, as aulas presenciais voltaram, trazendo junto a alegria e a esperança de uma nova normalidade na educação e na vida de todos.

Inicialmente, é indubitável enfatizar que nada substitui o PROFESSOR e a interação presencial entre docente e aluno. Por mais que as tecnologias de comunicação, utilizadas nas aulas remotas, se aprimorem a cada dia, nenhuma tecnologia ou aplicativo consegue, até o momento, preencher o espaço do Professor na sala de aula. 

Depreende-se que GoogleMeet, Zoom, YouTubee tantas outras ferramentas foram e são totalmente úteis ao processo de construção do conhecimento. No entanto, os mesmos não remedeiam situações de ensino-aprendizagem no tempo e na hora certa, nem preenchem as lacunas do processo de aquisição do conhecimento, como, por exemplo, na Educação Infantil e nos anos iniciais e finais da Educação Básica. 

Desse modo, pode-se dizer que as aulas remotas foram benéficas e atenderam parcialmente a uma necessidade no momento de isolamento social, visto que a pandemia interferiu não somente no processo educacional, mas na vida de modo geral. Dessa maneira, não podemos ser ingratos! Graças aos avanços da tecnologia, a Escola não parou, entretanto, marcas da defasagem na aprendizagem dos estudantes, bem como o atraso de conteúdos necessários à sua educação integral são evidentes e precisam ser sanados.

Outro fator interessante é identificar a satisfação dos alunos em voltarem à escola. Isso ficou claro e mostra que sentiram falta desse espaço sagrado para a construção do conhecimento e de socialização. Escola faz falta sim, e muito. Paulo Freire ressaltou que “escola é lugar de ser feliz” e é nela onde passamos boa parte da vida, produzindo conhecimento, construindo laços de amizade e lapidando o caráter, a personalidade e, principalmente, buscando nossa identidade. 

Nesse sentido, faz-se necessário que a família estimule seus filhos a voltarem à escola com uma nova postura diante dos estudos, valorizando cada momento de aprendizagem, aproveitando ao máximo o conhecimento de seus professores. Estes devem ser valorizados e reconhecidos pela tamanha importância do seu trabalho, tanto pela comunidade escolar quanto pela sociedade e autoridades. Nunca se viu como esse profissional fez falta a toda nação. Ou se valoriza e respeita o PROFESSOR agora, ou pode-se esperar a extinção desse ofício.

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

O que aprendemos com as Olimpíadas de Tóquio 2020?




          As Olimpíadas de Tóquio 2020, ocorridas em 2021 devido à pandemia, nos trouxe um afago no coração e uma esperança e fé no ser humano. 

           Depois de tantos desafios pelos quais toda a humanidade passou e ainda passa durante o isolamento social, nada foi diferente com os atletas olímpicos: sem treinos, muitos sem patrocínio, perda do seu rendimento, medo da Covid entre outros. 

        Foi triste ver as arquibancadas vazias. No entanto, os olhos do mundo inteiro ficaram atentos e dentro de suas casas, para acompanhar o maior torneio esportivo do Planeta. As torcidas foram resistentes pela madrugada afora, visto que o país asiático está à doze horas à frente do Brasil.

        Tudo poderia ser um fiasco, porém as Olimpíadas brilharam, e o Brasil apresentou atletas espetaculares. Estes são exemplos de resiliência e persistência. Deram um show de habilidade e superação.  Compreendemos que quem ficou em segundo lugar no pódio não perdeu o ouro: conquistou a Prata. Quem não conquistou uma medalha, foi ao seu limite e é um atleta olímpico, portanto é um vitorioso! 

          Aprendemos que nem sempre o favorito é o melhor, que vale a pena lutar pela conquista, ainda que não acreditem, como Ítalo Ferreira, do surfe, que ganhou o primeiro Ouro para o Brasil. 

       Além dessa fera, vimos o superatleta Darlan Romani, do arremesso de peso, que terminou em 4°lugar, mas seu brilho não se ofuscou; vimos a força e a determinação de Isaquias Queiroz da canoagem; apreciamos as mulheres que se destacaram não só porque conquistaram uma medalha, mas porque deram um exemplo de vida como a Rebeca Andrade da Ginástica artística e a pequena Rayssa Leal do skate; e Douglas do vôlei, que contagiou a todos por sua alegria e gratidão.

          Vale destacar que as Olimpíadas de Tóquio 2020 são consideradas a Olimpíada da diversidade e da inclusão, trouxe pela primeira vez atletas trans, mostrando o respeito ao ser humano. Mostraram a valorização da mulher, da igualdade de gênero, do respeito às diferenças, da união de todos os povos, sem qualquer distinção. Homenagearam os profissionais da saúde, que lutaram e lutam contra o coronavírus. 

         Portanto, esse evento é um divisor de águas e mostrou que é necessária a união de todos para superarmos esse momento difícil da história da humanidade. E para que tenhamos mais atletas se destacando, é preciso investir no esporte, cultura e educação. A “Pira Olímpica” acendeu nossa esperança!  Que venham os Jogos Paraolímpicos!

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Eleições em risco? Jamais!



        O presidente da república, desde o início da sua posse, não deu um único dia de paz ao Brasil. Todo o dia é uma confusão, é briga, fakes news, palavras de baixo calão, ofensas , confusão com vários segmentos da sociedade e, agora, quer desmoralizar as eleições do Brasil. É preciso dar um basta. 

     Primeiro, é importante salientar que em todos os jornais internacionais não param de mostrar a decadência desse governo e mostram que a “Justiça “apertou o cerco” contra Bolsonar, incluindo uma investigação sobre grupos digitais antidemocráticos “que semeiam desconfiança nas instituições pela internet”. 

       Esse fato é grave e põe em risco a democracia no país. Há ataques à Constituição, aos outros poderes, à sociedade civil, às instituições religiosas e às entidades de classe. É extremamente necessário que o político de maior poder do país estabeleça a união entre poderes, que favoreça a elegância e o respeito no tratamento. 

       Além de fazer campanha eleitoral fora da época certa, o que é considerado crime, faz denúncias sem provas ao processo eleitoral brasileiro, considerado um dos mais modernos e seguros. 

         Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral, em 1996, foi considerado um marco na história da informatização do processo eleitoral brasileiro. Na época, 57 cidades usaram a urna eletrônica pela primeira vez. Nas Eleições Municipais de 1996, os votos de mais de 32 milhões de brasileiros – um terço do eleitorado da época – foram coletados por cerca de 70 mil urnas eletrônicas.”

        Desde então, com essa informatização, o resultado das eleições sai mais rápido, as urnas não têm a interferência da internet, seus votos são auditáveis e o principal: garante a segurança do eleitor, que tem direito ao voto secreto. 

        No entanto, o mais incompreensível é o medo do presidente, que só está preocupado com a reeleição, com as urnas eletrônicas, uma vez que o mesmo e seus três filhos foram eleitos por elas. Há anos que essa família está no poder e seus votos foram coletados de forma moderna e segura. Por que tanta polêmica se usufruem as respectivas vitórias em muitos pleitos?

       Nesse sentido, é imprescindível que toda a sociedade brasileira não aceite tanto desaforo, mentira, boatos nem risco de perder seus direitos conquistados. Essa tentativa de enfraquecer a democracia e a legitimidade das eleições é grave e não pode ficar impune. Não se coloca o próprio país em risco para atender autoritarismo de um presidente birrento e egocêntrico. Basta. 

sábado, 24 de julho de 2021

Escritor: o artista das palavras



 


           “Somos todos escritores; só que uns escrevem, outros não.” Esta máxima de José Saramago- escritor português- nos remete à ideia de que a vida de cada um rende uma boa história que deveria ser escrita. No entanto, nem todos têm a coragem e o poder de escrever a própria história, ou a história de outrem ou simplesmente de criar enredos inimagináveis. 

          Dessa ideia de Saramago, tem-se o pressuposto de que ser escritor é um ofício de importância imensurável, já que todos podem sê-lo, mas poucos conseguem. Dessa forma, o escritor ocupa um espaço de reverência e respeito, de admiração e orgulho, de conhecimento e poder. 

         Mas ser escritor não é fácil; é uma luta constante com a inspiração, é uma busca implacável pelas palavras certas e precisas. Para escrever, o escritor busca falar de temas que se encaixam no momento e que  possam ter relevância para a sociedade. Escrever brota do desejo de interpretar a realidade ou a fuga da mesma, traduz em versos, frases, páginas, em livros, revistas, jornais e em blogs todo seu sentimento, preocupação, indagações, curiosidades e desejos.   

        Por meio de rascunhos, feitos a caneta ou pelas teclas, surgem textos que intrigam, emocionam, inspiram, encantam, fazem pensar, adocicam a vida refletindo sobre a realidade ou recriando-a. Assim ser escritor é ser um artesão das palavras, é um ourives, lapidando a pedra bruta que é a própria vida. Escrever é traduzir os mais variados sentimentos para que um leitor, que nem se conhece, possa desfrutar e partilhar as ideias desenhadas no papel ou nas telas. 

         Segundo Anaïs Nin: “O papel de um escritor não é dizer aquilo que todos somos capazes de dizer, mas sim aquilo que não somos capazes de dizer.” Essa escritora francesa resume o que eu considero: “O verdadeiro papel do escritor é ser o porta-voz do mundo”, porque o escritor é capaz de dizer tudo aquilo que muitos desejam e não podem dizer.” O escritor é um artista das palavras, e o mundo não vive sem arte.

quarta-feira, 14 de julho de 2021

A Literatura e suas potencialidades




        De acordo com Maksim Gorki - escritor, romancista, dramaturgo, contista e ativista político russo- “A tarefa da literatura é ajudar o homem a compreender-se a ele mesmo.” Por isso o ser humano sempre buscou conhecer sua identidade e ampliar seu conhecimento por meio de várias formas, e a literatura tem grande influência nessa formação humana. “Leio, logo existo”, isto é, sou o que leio e toda leitura literária tem forte poder sobre quem verdadeiramente somos. 

       É fundamental afirmar que a leitura de romances, crônicas, contos, ficção científica, dentre tantos outros gêneros literários traz inúmeras possibilidades de compreender sua identidade e de ampliar o conhecimento de mundo. Este vai se acumulando no decorrer da vida e, consequentemente, contribui para que o leitor se torne cada vez mais fluente e amante da leitura.

          Não há como negar que leitores mais ávidos e “compulsivos” se tornem uma pessoa muito mais ativa, atraente, comunicativa, espontânea, expressiva e menos preconceituosa e ignorante. Não existe nada melhor que um bom bate-papo com quem gosta de ler e por meio desse hábito se torna simplesmente interessante porque tem muito o que falar. Fala de escritores brasileiros e estrangeiros, comenta sobre assuntos diversos e se manifesta em várias discussões porque já leu muito.

          Quantas invenções, as quais usufruímos hoje, já foram lidas na ficção científica de Júlio Verne, quantas peças teatrais e filmes são lançados na contemporaneidade, mas sua história nasceu há quase quinhentos anos com as obras de William Shakespeare e quantas lutas sociais ganharam força bem depois das narrativas de Vitor Hugo como a obra Os Miseráveis. 

         Devemos ler Camões, Fernando Pessoa, Pablo Neruda, Cecília Meireles e valorizar o legado patrimonial que deixaram. Do mesmo modo, necessitamos valorizar, ler e conhecer os escritores contemporâneos como: Lázara Teixeira de Sousa, Sérgio Vaz, Adircilene Da Silva, João Evangelista Rodrigues, Ricardo Aleixo, Jefferson Lima, Maria do Rosário Bessas, Adriano Geraldo, Leila Rodrigues, Marina Alves, Vagna Maria, Maria Nazaré Soraggi, João Paulo Coca, Peregrino Lunar, quem sabe Rosana Silva, entre tantos outros escritores nossos! 

           Devemos valorizar a literatura, bem como suas potencialidades, conhecer os escritores e amar os defensores dessa arte. Literatura é uma forma de conservar o valor artístico, compreender o passado e o presente, com projeção no futuro por meio da lente de quem vê o mundo de forma diferente. “A literatura não envelhece, nem cria cabelos brancos. É atemporal, é universal.” Rosana Silva

quinta-feira, 8 de julho de 2021

O poder dos livros






        Uma das invenções mais incríveis do homem é o livro. Este, quando aberto, lido e apreciado, abre um mundo de possibilidades para o leitor.  Desse objeto, essencial para a construção intelectual do homem, abstrai-se conhecimento, informação, entretenimento, magia e imaginação. Segundo Bill Gates: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história”.

       Quem é que não se lembra de um livro marcante? Todos têm uma obra favorita, cuja história marcou a vida, seja pela saga de um protagonista, seja pela inteligência do escritor ao enredar uma história instigante, seja pela verossimilhança com os mais diversos conflitos vividos pela humanidade.

        O livro literário canta e encanta; ensina, entretém e emociona; confronta com as emoções de quem o lê, compartilha experiências, convida para um mundo imaginário, versátil e fantasioso. O livro tem um poder sedutor e é tão potente que é capaz de moldar vidas, de estimular a criatividade, de ampliar o conhecimento de mundo e muito mais.

        Ainda bem que os escritores não desistem de seus leitores, mesmo tendo que ouvir, diariamente, que o povo não lê, que não há estímulo para a leitura, que a tecnologia tomou conta e que não há tempo nem espaço para a leitura no mundo contemporâneo. 

       Ledo engano! Cada vez mais o ser humano está sedento de novas leituras, de livros inéditos e de clássicos, de versos e de aventuras. Nunca se precisou tanto da literatura e do nosso velho e querido companheiro de todas as horas: o livro!  Como disse Johann Goethe: “Todos os dias deveríamos ler um bom poema, ouvir uma linda canção, contemplar um belo quadro e dizer algumas palavras bonitas.”

           Que delícia ler os títulos da Coleção Vaga-lume, ler as histórias românticas de Shakespeare, as epopeias gregas como Odisseia, as histórias de Tia Nastácia e as obras do Sítio do Pica-pau Amarelo de Monteiro Lobato, a saga de Harry Potter, de Percy Jackson de Rick Riordan, ou os romances de Nicholas Sparks, ou os versos de Luís Vaz de Camões, Pablo Neruda, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade entre tantos outros famosos. 

     “Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro e o pensamento lá em você”, versos do cantor e compositor Djavan que traduzem um pouquinho de como é bom ler um livro. E como é bom ter um livro como companhia constante na vida! Leia mais!

Resultado e Premiação do 2º Concurso de Poesia da Alarc - 2024

RESULTADO DO 2º CONCURSO DE POESIA DA ALARC – 2024 OBSERVAÇÃO: OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA E NÃO DE CLASSIFICAÇÃO. PREMIAÇÃO LOCAL:...