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quinta-feira, 1 de agosto de 2019
segunda-feira, 24 de junho de 2019
A Educação em números
A preocupação com o alto índice de jovens fora
da escola e de crianças sem creches vem se mostrando um óbice para a sociedade
brasileira. Nesta semana, o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística) mostrou os dados da última pesquisa e revelou números altíssimos
da desordem na educação brasileira. Conforme afirmou Sam Nujona: “A educação
deve ser a prioridade de todas as prioridades “, e isso não é o que está
acontecendo no país.
Atualmente, nos anos de 2019, a piora das taxas
de escolarização e o aumento vertiginoso da evasão escolar, observados pelas
pesquisas, demonstram a relevância de se debater os efeitos negativos do atraso
na educação. Esse retardamento no sistema educacional brasileiro pode ter sido
provocado pelo crescimento descontrolado de jovens fora do ensino médio,
oriundos, muitas vezes, do atraso escolar(em relação idade/série),
especialmente, entre jovens menos favorecidos, e pela falta de projetos
educacionais que incentivem a sua permanência na escola.
Segundo dados divulgados pelo IBGE, em 2018,
somente 16,5% dos jovens concluíram o Ensino Superior; no Ensino Médio, 30,7%
dos jovens brasileiros entre 15 e 17 anos estão atrasados ou fora da escola; no
Ensino Fundamental, 13,3% de adolescentes entre 11 e 14 anos estão atrasados ou
fora da escola; e chega a 11,3 milhões o número de analfabetos. Os piores
índices se concentram no Nordeste, seguido do Norte. Essa realidade torna
evidente a necessidade de se pensar em medidas que tenham por objetivo deter
tais números desordenadas e assegurar a educação de qualidade para todos.
Outrossim, merecem destaque os objetivos do PNE
(Plano Nacional de Educação), que têm metas a serem atingidas a fim de reduzir
esses distúrbios e os graves impactos educacionais como evasão, falta de vagas,
distorção entre idade/série. No entanto a demora da prática de tais objetivos
contribui com o aumento desses números e a resolução desse empecilho parece
estar bem longe.
Por tudo isso, a fim de reduzir esses danos
educacionais, os Governos Federal, Estadual e Municipal devem adotar medidas
urgentes para modificarem o quadro caótico em que se encontra a nossa educação,
investindo em ações pontuais, na distribuição de verbas, na ampliação de oferta
de vagas em creches para as crianças e na educação para todos, conforme foi
estabelecido nas Oito metas do Milênio, pela ONU - Organização das Nações Unidas.
Os governos devem, sobretudo, colocar em prática as metas estabelecidas pelo
PNE. Além disso, é preciso despertar o interesse de todos da sociedade a
importância da educação e inspirar nos jovens a vontade de estudar. E conforme
salientou San Nujoma, enquanto a educação não for prioridade, nenhuma nação vai
para frente.
domingo, 19 de maio de 2019
Cotas para negros nas universidades: uma ação necessária?
Há 131 anos o
Brasil se libertou da escravidão, por meio da Lei Áurea, sancionada em 13 de
maio de 1888, a qual pôs ponto final a uma das maiores tragédias da humanidade
e da história do país: a escravidão. A lei da Abolição da Escravatura foi
assinada por Dona Isabel, a princesa imperial do Brasil. No entanto, ainda se
veem os resquícios dessa crueldade nos tempos atuais, visto que a discriminação
racial ainda persiste e pode ser percebida em diversos contextos da sociedade
como nas ruas, no trabalho, nos estádios de futebol, no cinema e em outros
tantos segmentos.
É preciso ressaltar
que a discriminação racial existe em quase todo o mundo e ainda persiste até
hoje, hajam vistas as manifestações contrárias às cotas para negros para
ingresso na universidade. Trata-se de uma ação afirmativa, recurso previsto na
Constituição Federal, o que comprova a licitude das cotas para essa parcela
social dos brasileiros. É preciso ressaltar que as cotas não são relativas à
capacidade intelectual, mas, sim, como forma de correção dos erros cometidos no
passado contra os negros. Desse modo, esse tipo de ação afirmativa é necessária
e ainda está longe de retificar os crimes raciais e seus impactos causados a
várias gerações e descendentes dos negros que foram, severamente, excluídos da
sociedade.
O preconceito e a segregação racial é inadmissível e a luta é
antiga, Nos anos de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, quase
20.000 pessoas protestaram contra a Lei do Passe, que obrigava a população
negra a usar um cartão que apontava os locais onde a sua circulação era
permitida, durante o regime de apartheid. Esse regime, que cerceava os direitos
humanos e perdurou por anos, encerrando-se em 1994.
Ademais, hoje, não existem regimes contra o negro, pelo menos no
papel. Mas os resquícios dessa segregação resistem e a discriminação ocorre
diariamente. A mídia mostra esses casos quando ocorrem com famosos, no entanto
não apresentam à população as injúrias e os crimes que acontecem
corriqueiramente com pessoas comuns. Agora, com a limitação de verbas para as
universidades, as cotas correm o risco de serem erradicadas e,
consequentemente, poderá prejudicar milhares de estudantes brasileiros, que
estão em busca de oportunidades
Além disso, a televisão e o cinema são, prioritariamente,
"branca". Isso não tem como refutar. Apresentadores de telejornais,
elenco da novela e vários outros tipos de entretenimento são formados, em sua
maioria, por pessoas brancas. Nas novelas o negro é a empregada, o motorista;
no cinema a negra é a dama de companhia da princesa. Isso mostra que o regime
do apartheid e de segregação ainda resiste.
. Não se pode, portanto, afirmar que a discriminação racial
não existe. Todos temos sangue negro correndo em nossas veias. É preciso mitigar a
ideia de respeito e de igualdade entre os homens. A conscientização de que o
preconceito é uma ignorância é necessária. Está comprovado cientificamente de
que não existe raça pura e esse conceito de raça é ineficiente e ultrapassado
para classificar os seres humanos. Desse modo, a cota para negros nas universidades é uma
ação necessária e deve ser preservada para o bem de toda a coletividade.
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Arma ou livro na mão?
O Brasil segue um caminho contraditório e belicoso ao adotar
medidas drásticas em diversas áreas: de um lado cortam-se verbas da Educação em
vez de alocar recursos para investimento; do outro lado, cria decretos para
facilitar a compra de armas de fogo, indo na contramão, já que campanhas pelo
desarmamento têm se intensificado no mundo todo em busca de uma cultura da paz.
Diante de tanta contradição, o que se pode esperar de um país que coloca arma
na mão e tira a esperança de se crescer por meio da educação?
Primeiramente, é preciso saber que no início deste mês, um novo
e desnecessário decreto foi implantado, sem ao menos consultar o Ministro da
Justiça e Segurança Pública, modificando as regras para o porte e a posse de
armas de fogo, de aquisição de munição e de armamento. Essa iniciativa, do
ponto de vista de estudiosos no assunto, facilitará ainda mais a ação de
criminosos, das milícias urbanas e rurais. Trata-se de uma “carta de alforria”
para os algozes que negociam a morte e para os “valentões de plantão”, que
vilipendiam as mulheres. Agora, com arma na mão, o número de feminicídio só
tende a subir, infelizmente.
De acordo com o presidente, várias categorias não precisam
"demonstrar a sua efetiva necessidade de portar a arma de fogo, por
exercício de atividade profissional ou de ameaça à sua integridade
física", critério previsto na lei 10.826/2003. Entre eles estão
caminhoneiros, conselheiros tutelares, políticos, residentes de áreas rurais e
agentes de forças de segurança da ativa e de inativos.
Deve-se considerar que tal medida é desastrosa e pode trazer
consequências irreversíveis para a nação, que está necessitada de ações que
estimulem a economia, garantindo o emprego; a sociedade requer medidas que melhorem
a qualidade de vida, da saúde, da segurança, do esporte, do lazer, da educação,
da moradia, dos programas habitacionais, das estradas entre tantas outras
necessidades reais.
Além de tudo isso, o brasileiro assiste, passivamente, ao
desmanche de programas sociais e, principalmente, ao desmantelamento das
conquistas educacionais. Nunca se deve tirar da educação; ao contrário, na
educação todo investimento é pouco. O Brasil é referência em pesquisas
científicas e as universidades federais não somente formam milhares de alunos,
como também formam pesquisadoras, além de atenderem à comunidade que as
circundam com serviços básicos que, cortados, farão muita falta à parcela
social mais pobre. O país é respeitado por ser pioneiro na luta ao combate à
Aids, no tratamento de câncer. E agora? O que vai oferecer? Apontar arminha?
Não. Vai apontar armas de verdade. Enquanto deveria estar investindo nas áreas
de formação humana para garantir um futuro melhor e de paz. Enquanto isso,
provavelmente, o famoso "kit gay" já deve ter sido retirado das
escolas.
Portanto com tamanha contradição das medidas tomadas, não se
pode esperar muito de um país que mais valoriza a violência, colocando a arma
na mão como justificativa para diminuir a criminalidade. Não dá para confiar em
ações que tiram do povo a esperança de se crescer por meio da educação.
Conforme afirmou Monteiro Lobato: “um país se faz com homens e livros”, então
o caminho é a educação. Mas o brasileiro é forte e deve acordar em tempo hábil
a fim de defender a vida, a educação e, sobretudo, a paz.
domingo, 5 de maio de 2019
Glamour, elegância e competência para os destaques de 2019 em Itabira
Muita
alegria, glamour e profissionalismo traduzem a noite de entrega dos troféus
para os destaques do ano de 2019. No dia 4 de maio, Itabira -MG, terra do maior
poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, foi palco para homenagens
concedidas a diversas personalidades de Itabira e de todo o país. Organizada e
idealizada pelo grande e competente empresário, cerimonialista e colunista da
Folha Popular de Itabira, Eustáquio
Lúcio Félix, que há mais de 30 anos promove esse evento, juntando num só
lugar arte, cultura, ciência, música e literatura.
A
grande festa reúne destaques, profissionais que encantam e contribuem com a
sociedade, que fazem sua história de vida ser exemplos para os outros, traçam
caminhos, mostrando seu diferencial e sua preocupação com a melhoria de vida de
sua região na área onde atuam. Os escolhidos receberem homenagens e troféus que
levam o nome de personalidades históricas como escritores, pesquisadores e
poetas, como o Troféu Villa-Lobos, Troféu Pedro Aleixo, Troféu Carlos Chagas,
Troféu Rui Barbosa e o “Prêmio Mulheres Notáveis -Troféu Cecília Meireles”,
concedido a mulheres que se destacam na arte, literatura, educação e pela
abrangência do seu trabalho social. Entre tantas, a Professora, Escritora Acadêmica
Rosana Silva, honrou o nome da sua cidade de Arcos -MG, e foi laureada com
essa honraria, além das lagopratenses Adircilene Batista, Patrícia Silva,
Ana Carolina, Bianca e Alexandra.
É
importante reconhecer a importância dessa premiação, pois Arcos foi destaque num
evento de grande prestígio, envolvendo diversos estados do país e da América
Latina. A grande festa aconteceu no Clube Campestre de Itabira com muita
música, alegria e glamour.
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| Rosana Silva e sua convidada Tamara Cristina. |
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| Rosana Silva com o Troféu Cecília Meireles e o Presidente do Clube Campestre |
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| Rosana e Esposo Wilton Ribeiro Silva |
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| Rosana e homenageadas |
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| Patrícia Silva e o Troféu Vila-Lobos |
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| Troféu Cecília Meireles |
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Filosofia Presente
René
Descartes, filósofo e matemático francês (1596-1650) é considerado o
fundador da Filosofia moderna e é autor de um dos pensamentos mais propícios
para o ser humano: “Penso. Logo existo”. Segundo o matemático, pai do Plano Cartesiano,
que primeiro foi filósofo, aponta que o ser humano só tem consciência de si e
do mundo porque pensa. Para ele, nenhum conhecimento é válido se não for
mediado pela força do pensamento, da reflexão crítica e da ação para a
transformação. Diante dessa verdade, dita há tanto tempo, discute-se hoje a
validade da filosofia, como se fosse menos importante. Mas será que, em tempos
contemporâneos, a filosofia está fora de moda? Certamente que não.
De
início, vale destacar que o homem, desde a Antiguidade, com o conhecimento
filosófico, da Grécia Antiga, berço da humanidade, buscou conhecer a sua identidade,
as suas raízes e a origem de todas as coisas e fenômenos por meio da Filosofia
– termo grego que significa amor à sabedoria. É por meio desse conhecimento,
que tem como base a reflexão e o questionamento, e até hoje, os homens, ao
longo de sua existência, têm procurado conhecer a si mesmo e seu próprio
comportamento e vão continuar assim.
Desse
modo, valorizar o conhecimento filosófico, nos dias atuais, é tão importante
quanto na Antiguidade, uma vez que conhecer a si próprio e entender a sua
realidade, a razão da sua vida, dos seus propósitos, o sentido de viver, ainda
são características inerentes ao homem. Além disso, a filosofia é a arte da reflexão
crítica, da indagação para transformar-se e mudar o que precisa ser mudado. Foi
através dela que Isac Newton e Albert Einstein, ao questionarem sobre tantas de
suas dúvidas, mostraram ao mundo grandes descobertas. Quem não pensa está
fadado à manipulação cruel de ditadores, de opressores e de uma elite falsa e
hipócrita, desejosos de poder e autoritarismo.
Contudo,
no século XXI, o interesse pelos temas relacionados à filosofia ainda são
cultivados em escolas, faculdades e universidades, especialmente no estudo de
nomes imortalizados como Aristóteles, Sócrates, Platão; da era moderna como Hegel,
Kant; e dos contemporâneos como os brasileiros Leandro Karnal e Mário Sérgio
Cortella.
Ademais,
é importante frisar que só tem a aversão à filosofia, que tem medo de quem
pensa, porque pensar é perigoso, coloca em risco regimes autoritários, põe em xeque-mate
a opressão, a ditadura, os desmandos. A filosofia é mesmo muito perigosa, pois
ela abre a mente, as janelas do conhecimento, ela provoca, instiga, angustia.
Ainda, a filosofia é como um ferrão: ferroa para não deixar ninguém preso às
amarras da ignorância e de quem só pensa em poder. Para alguns estudantes de
exatas, engenharias, medicina, odontologia, filosofia pode ser “tempo perdido”,
mas vale lembrar que “o céu do mundo é muito maior e mais
misterioso que o céu da boca.”
Podem
até desvalorizar o grande legado que a filosofia, conhecimento mais antigo da
humanidade, deixou, mas nunca vão matar aquele que não se conforma com a
violência, com o autoritarismo, com o retrocesso, com a maldade sem precedente
de quem quer que seja. Conforme afirmou Sócrates: “Só sei que nada sei” e
depois afirmou Paulo Freire: “O homem é um ser inacabado”, ambos
salientando a eterna busca do conhecimento, comprovando que o homem nunca está
pronto e precisa, como na Odisseia, de Homero, ir em busca do maior mistério da
vida, o próprio ser humano e o caminho é o pensamento – a filosofia. Por isso,
continue pensando, assim, se existe.
sexta-feira, 26 de abril de 2019
A importância da literatura
Sabe-se que o ser humano, desde os tempos mais remotos, buscou sua
identidade por meio da literatura – leitura e escrita de textos diversos,
romances, crônicas, lendas, mitos, símbolos, de acordo com a cultura e história
de cada região - de forma a entender seu próprio comportamento com os
conhecimentos acumulados, registrados, ao longo de sua existência. Dessa
forma, valorizar a literatura e conhecer suas características, escritores e
demais defensores dessa arte é conservar o valor artístico do passado.
Contudo, no século XXI, o desinteresse pelos temas relacionados à literatura,
especialmente de grandes clássicos como Camões, William Shakespeare,
Machado de Assis, entre outros, tornou-se evidente com a depreciação e a
aversão à leitura fluente dos mesmos, desvalorizando esse grande legado
patrimonial, impedindo a compreensão digna do país e do mundo, contribuindo,
enfim, para a alienação cultural do povo. Nesse ínterim, urge analisar o
contexto para que propostas amenizem o impasse e sejam discutidos visando
ao benefício da coletividade.
Primeiramente, cabe dizer que a globalização possibilitou a aproximação
entre diferentes grupos, estabelecendo laços de identidade e influência literária,
abrindo-se para novos gêneros. No Brasil, a diversidade das escolas literárias e
de autores, gerou, ao longo da história, um grande acervo de obras, mostrando
diversos problemas sociais e econômicos do país, como apresentaram as
obras do Modernismo, por exemplo, os retirantes da seca do Nordeste do país,
através do clássico Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Todavia, muitos
indivíduos não têm conhecimento da importância dos livros, devido ao
desinteresse, preguiça, e a ausência de verbas dedicadas a bibliotecas, casas
de cultura, museus, perde acervos com valor literário e artístico, não tendo
como recrutar mais leitores. Além disso, não há um incentivo à produção mais
econômica de livros, deixando-os caros e distantes dos mais carentes.
Em segundo plano, o desconhecimento da literatura favorece a
desvalorização da educação, da busca de conhecimento, da leitura e da
reflexão. Isso é uma negligência com obras literárias que, mesmo por meio da
ficção, impedem o usufruto das próximas gerações e, consequentemente, um
futuro digno e promissor para a nação brasileira, que poderia ser mais letrada,
mais rica de conhecimento literário, tão importante para o desenvolvimento da
sensibilidade e do intelecto.
Infere-se, portanto, que a partir do momento em que os indivíduos
começam a valorizar a literatura nacional, também, é claro, a literatura
universal, a sociedade poderá ser mais bem-informada, mais desenvolvida
intelectualmente e, sobretudo, obterá mais conhecimento e senso crítico. Para
alcançar esse desejo, o governo federal, por meio de políticas públicas
educacionais e culturais, através dos Ministérios da Educação e da Cultura,
poderia incentivar produção de obras e documentos de valor literário, histórico
e artístico, de modo a preservar o acervo em todas as bibliotecas e escolas do
país, e promover, por meio de alocação de verbas, projetos que incentivem o
brasileiro a ler mais, habilidade essencial para que, assim, seja conservado o
legado literário. Dessa maneira, será possível ver uma mudança significativa e
necessária para o país, por meio de leitores fluentes, letrados e conhecedores
da história de seu país.

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