domingo, 24 de setembro de 2017

Respeito à Diversidade

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        Uma característica marcante deste século é, sem dúvida alguma, a dificuldade de convívio com a diversidade. No mundo todo observam-se relações  solidárias e harmoniosas, enquanto há outras muito conflituosas devido à xenofobia, à intolerância, ao racismo e à homofobia. 
         Não faltam exemplos para comprovar os conflitos, basta citar os genocídios que ocorrem em várias regiões do mundo, como no Oriente Médio, onde há culturas, etnias e religiões diversas. No entanto, além da diversidade existente, há o radicalismo, principalmente no que se refere à religião. 
        Cabe ressaltar que em países democráticos, onde há a liberdade de expressão, resguardada pela Constituição de cada nação, é perceptível que cada um pode exercer as suas vontades e crenças. Por outro lado se nota claramente, neste mesmo âmbito, críticas, preconceito e discriminação em relação à escolha do outro, gerando intolerância e, consequentemente, atos de violência e crueldade em relação ao diferente.
         É preciso ver que, no Brasil, em especial, há uma herança escravocrata muito presente até hoje que contribui para a permanência do racismo. Após a Abolição, no papel, os escravos estavam livres, mas continuaram acorrentados ao preconceito e às péssimas condições de sobrevivência. E quando se fala que o país tem dívida para com os negros e tenta remediar com ações afirmativas com o sistema de cotas, a população não reconhece a necessidade dessa ação tão precisa para diminuir a desigualdade existente.
          Em outras partes do Planeta, em diversos momentos históricos , também, tem-se inúmeros casos de violência contra o ser humano, contra a diversidade, como a perseguição nazistas aos judeus, o holocausto, o Apartheid, a Ditadura Militar e, ainda hoje, o neofascismo com o atual presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
          Portanto é evidente que medidas devem ser tomadas para que, juntamente à lei, existam mecanismos que facilitem a convivência com a diversidade. Esta deve ocorrer de forma respeitosa, fraterna, tolerante e harmoniosa entre os povos da Terra toda, dentro do seu próprio país, dentro da sua comunidade e, por fim, dentro de casa, principalmente. 

           Para isso, conhecer a história do seu país e do mundo é fundamental para que os erros e as perseguições do passado não se repitam. Cada nação, em comunhão com a ONU (Organização das Nações Unidas), deve se empenhar no combate à intolerância, seja ela qual for, para que a cultura de paz seja estabelecida e fundamentada para que possamos conviver com a diversidade e aceitar que as diferenças existem e devem ser respeitadas. 
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Setembro Amarelo

Texto produzido pelo Personal Iran França
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        Já parou pra pensar em Suicídio?? As pessoas sempre falam sobre o assunto depois que ele acontece, o julga e às vezes se sentem culpadas por não ter percebido ou ajudado aquela pessoa que o fez. O suicídio é um problema de saúde pública, sim. E Setembro Amarelo é uma campanha mundial de conscientização da prevenção ao suicídio, iniciada pela CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), alertando e mostrando maneiras de cuidarmos sobre o assunto que ainda é um tabu e precisa ser discutido.
         Infelizmente os números em relação a esse problema de saúde pública andam crescendo no mundo e no Brasil, principalmente com jovens. Em 12 anos, a taxa de suicídios da população de 15 a 29 anos subiu de 5,1 por 100 mil habitantes em 2002, para 5,6 em 2014, chegando quase a 10%, segundo o Mapa da Violência 2017, estudo que a BBC Brasil teve acesso e que é publicado todos os anos a partir de dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.
        Para se ter uma ideia, uma pessoa no mundo se suicida a cada 40 segundos, no Brasil morrem 32 brasileiros por dia, números superiores às vítimas de AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Isso são números oficiais.
         Deve-se prestar atenção em qualquer aspecto que alguma pessoa próxima a você esteja agindo de forma estranha, se isolando ou se mantendo em um estado de baixo astral contínuo. Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, o problema é normalmente associado a fatores como depressão, abuso de drogas e álcool, além das chamadas questões interpessoais – violência sexual, abusos, violência doméstica e bullying.
           Nos dias de hoje, em tempos em que as horas passam mais rápido que normalmente passavam antes, os pais, às vezes, não têm  tempo para observarem e entenderem seus filhos, os amigos não acham horas para alertar, qualquer perda é tratada de forma áspera e catastrófica, e qualquer mudança pode ser vista como algo que as pessoas não irão entender. 
          Está na hora de mudar isso, está na hora de conversar e rever conceitos, ter mais aceitação e paciência com as coisas com que não estamos acostumados, devemos ser mais harmoniosos com o próximo, e ajudar a quem precisa, para que não haja o pensamento negativo de tirar a própria vida. FALAR É A MELHOR SOLUÇÃO! 
         Para saber mais sobre o assunto e começar a ajudar é só entrar no site setembroamarelo.org.br 
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Selfies: só se for com segurança


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           A humanidade evoluiu e a tecnologia também, trazendo facilidades para a vida contemporânea. Há algumas poucas décadas, ninguém imaginava que tirar foto se tornaria tão fácil, barato e comum como é hoje. Por isso, entre tantas inovações, o celular se destaca por sua infinidade de funções, e nada se compara à sua capacidade de registrar momentos, por meio das fotos e selfies. No entanto a insensatez humana faz desse aparelho uma arma quando é usado de maneira errada.
           Recentemente, um acidente fatal chamou, mais uma vez, a atenção para o perigo do uso do celular ao volante. Em questão de segundos, por distração, pode-se perder a direção do veículo e há a iminência de um grave incidente e foi isso que ocorreu com três mulheres da mesma família, as quais perderam suas vidas, devido à irresponsabilidade da motorista que dirigia e, ao mesmo tempo, gravava um vídeo com o celular.
           Além do perigo no trânsito, provocado por motoristas que checam suas mensagens, tiram fotos e até digitam textos em seus celulares enquanto dirigem, há muita irresponsabilidade na hora de registrar um momento. Não faltam exemplos para constatar a ignorância de muitos adeptos aos selfies que exageram na escolha do melhor ângulo e colocam a própria vida e a dos outros em risco. Há notícias de jovens que perderam a vida por não levarem a sério o assunto, nem analisarem a periculosidade do local escolhido como penhascos, por exemplo.
            Cabe dizer que, em muitos casos, a vaidade toma o espaço da sensatez, pois mais vale a foto perfeita, o vídeo que ganhará mais curtidas nas redes sociais, ainda que se corram riscos para impressionar, do que se proteger. Ademais, hoje não se vive, não se aproveita o momento especial, o show inesquecível. O que se faz é assistir a tudo por meio das lentes do celular. Assim, os momentos passam, a vida passa e pouco se aproveita realmente.
             O mais viável para resolver esse impasse é ampliar o debate sobre os perigos do celular e direção e a inconveniência arriscada do seu uso em lugares perigosos. As campanhas de conscientização, promovidas por entidades organizadas, escolas, órgãos públicos e a mídia são essenciais para alertar a população. É preciso mudar o comportamento urgente para o autocontrole e o bom senso. Desse modo, usando o celular com sensatez, ele se torna um aliado e não um vilão. Devemos aproveitar o que esse aparelho tem de melhor, registrar os momentos importantes e, é claro, usufruir com prudência e sensatez o lado bom da vida.

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Felicidade

Texto produzido por minha aluna Aucélia, estudante de Pedagogia, da UNIPAC de Arcos - MG.


            
                   A felicidade vem sendo discutida desde tempos remotos. Pensadores e críticos buscam o conceito deste verdadeiro sentimento que é desejo de vida dos seres humanos.
            São Francisco de Assis trocou a riqueza e a fartura pela vida simples em contato com a natureza, viveu a serviço da comunidade e criou uma legião de seguidores em busca de uma vida plena.
            Já São Paulo Apóstolo pregou que o ato de servir aos mais necessitados, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo, que traz a benéfica sensação de paz, tranquilidade e é a verdadeira essência da felicidade.
            Agora, nos tempos atuai,s em que a disputa por um lugar ao sol, neste mundo de concorrência, a felicidade se torna um artigo difícil de ser conquistado.

            No âmbito escolar, a felicidade deve ser construída com ações voltadas para o bem estar do aluno. É de responsabilidade dos educadores a preocupação em proporcionar estratégias, conhecimentos e informações que possam orientá-los a uma escolha que os leve a busca da própria independência, contribuindo para formar cidadãos éticos, pensantes, conscientes de valores moral e que saibam distinguir entre o bem e o mal, projetando sua realidade e construindo sua versão de felicidade.    

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Independência: só para a futura geração

    
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            Independência ou morte foi pronunciado há bem pouco tempo  se compararmos a história mundial com a do Brasil, mas hoje vive-se uma crise financeira, moral e política tão agravante que temos dúvida de que essa independência tenha acontecido de fato. 
          Assim comemorar o dia da Independência é dar um tiro no escuro, no entanto é preciso aproveitar essa ocasião para se analisar criticamente a realidade e tentar modificá-la, já que essa crise pode atingir a juventude em diversos aspectos, especialmente no que se diz respeito aos estudos e ao trabalho sério e digno.
          Não temos nada pra comemorar no país. Estamos cuidando de jovens que daqui a vinte anos cuidarão  de tudo. Mas a geração atual precisa saber o que tem que esperar do futuro e, como se percebe, é incerto. Estudam, mas não aprendem; se aprendem, não sabem o que fazer com a aprendizagem adquirida, já que a insegurança que os cerca é imensa.
          Nossos jovens precisam aprender a falar. Aprender o português para que possam ter instrumentos para argumentar, buscar sua liberdade, independência verdadeira. A expressão verbal tem que ser apreendida. Precisamos ensinar às crianças, aos adolescentes e jovens a ler, escrever, para isso, temos de colocar na cabeça deles que  ler, escrever e fazer conta é importante e que se trata de habilidades fundamentais para a vida e para alcançar sua autonomia e independência para atuarem agora e futuramente.
          Outro detalhe importante é recomendar ao jovem para trabalhar cedo, estudar só não basta. Não se procura quem tem mais títulos, mas, sim, experiência. Esta vem com a prática que não se alcança da noite para o dia. Hoje há obténs que têm graduação, pós-graduação, MBA, mas nenhuma experiência.
          Nós, brasileiros, somos campeões mundiais de desculpas. A culpa sempre é dos outros. Dessa forma, precisamos nos educar e ensinar, por meio de exemplos, que o mundo está cheio de desculpas e não há espaço para isso mais, ou seremos iguais a tantos que instauraram a crise no país com milhares de desculpas para não fazerem este mundo melhor.
         Além disso, sempre acreditamos que algo vai resolver nossos problemas. Aja, mude de vida, não espere que as coisas se resolvam, resolva. Se eu não resolver o problema, vou fazer o que? Isso é o que devemos instigar em nossos jovens. Somos a geração das mudanças e devemos acreditar que a futura será melhor que esta e que todos poderão viver a independência tão almejada por meio do estudo e do trabalho sério e digno.
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Resultado e Premiação do 2º Concurso de Poesia da Alarc - 2024

RESULTADO DO 2º CONCURSO DE POESIA DA ALARC – 2024 OBSERVAÇÃO: OS NOMES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA E NÃO DE CLASSIFICAÇÃO. PREMIAÇÃO LOCAL:...